
É raro um veículo não especializado no assunto tratar um tema específico com sobriedade. Mas dessa vez o Guardian conseguiu descrever a situação atual da Bass Music de uma maneira muito clara, colocando o dedo na ferida e provocando uma reflexão muito interessante. O responsável pelo artigo em questão é John McDonnell, autor do blog Prancehall e colaborador das revistas Fader, NME e Vice.
“Nos últimos anos o Techno germânico e o subgrave de Croydon têm sido consolidados por produtores criativos como um antídoto ao Drum’n'bass desacelerado e genérico que infestou o Dubstep”, diz a coluna no jornal britânico. Na seqüência o texto cita os artistas Pinch, Peverelist, 2562 e Martyn como principais representantes dessa inovação. Appleblim e seu Dubstep Allstars Volume 6 são mencionados como “documentos” desse tipo de som.
McDonnell também fala sobre o impacto do Dubstep Warz e sua versão mais recente, o Generation Bass. “Abraçando o Techno, o House e retomando o 2-Step, o gênero está provavelmente na sua melhor forma”, conclui.

