
Pinch, Joker e Rob Smith (RSD) são clientes do Dubstudio, casa de corte e masterização de dubplates, em Bristol. Quando o assunto é qualidade a conveniência não parece fazer sentido para esses caras. Quer saber por quê?
Corte de dubplates
“Acho que estar presente durante a sessão de corte é uma forma de se desenvolver como produtor. Mesmo que você não saiba o que estão fazendo com suas faixas, você ouve a versão corrigida e isso ajuda em produções no futuro”, explica Pinch.
Calor analógico
“Nunca toco CDs e não uso Serato ou Final Scratch”, polemiza. “Há uma compressão natural no vinil que deixa o grave mais quente. Não gosto do som digital frio e como faço música no computador o calor analógico do vinil é uma parte essencial do processo”, completa.
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