We Love Bass – e arte também!


Published
30.05.10
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O Tranquera deixou de ser uma plataforma virtual faz tempo. A festa que rola todo mês no basement do Vegas Club é a pioneira do gênero no país e – além de levar ao público o mais poderoso e profundo grave que só o vinil pode oferecer – funciona como combustível criativo para novos talentos e pioneiros de outros campos de atuação para além da música. Conheça Mandy, Flip e Pow, três artistas que usam muitas cores, traços e texturas para expressar suas idéias.

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Monstros de grave

O grave do Dubstep está fazendo Flip pintar cada vez mais monstros e figuras bestiais. “O Dubstep tem exercido uma influência grande, pois tenho ouvido muito. Os graves dão uma atormentada, né. Acho que meu trabalho está mais bizarro”, diz. Pode até ser “bizarro”, mas não menos impressionante.

A rua pode esperar

“A rua é a maneira mais eficiente de atingir todos os expectadores, ao contrário de galerias, museus e coleções particulares”, diz Flip. No entanto, o artista explica que tem pintado cada vez menos no ambiente urbano. “Estou num momento mais introspectivo, de estudos pessoais”, revela. A rua pode esperar.

Dubstep logo cedo

“Minhas últimas viagens ao Reino Unido e ao EUA me fizeram prestar mais atenção no Dubstep. Estoura o crânio! Minha mulher não agüenta mais! ‘Porra, logo cedo esse tal de Dubstep!’”, conta. O grave do Dubstep é definitivamente perturbador.

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Muros e locais abandonados

“Comecei a pintar na rua, adoro suportes como muros e locais abandonados”, explica Mandy. Em 2007 ela produziu um fundo para cenário de TV e começou a desenvolver o traço que usa hoje em dia. “Música é 80% da minha inspiração e só consigo fazer determinados trabalhos ouvindo um certo tipo de som”, diz.

Videogame e Bass Culture

“Adorava Jungle, Drum’n'bass e meu gosto foi migrando para Dubstep, Breaks e IDM. Como meu trabalho tem muito a ver com videogame, a Bass Culture combina perfeitamente com ele. Quando ouço essa linha de som, imagino meus personagens animados por ela”, explica.

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Na tela do computador

“Uso bastante o suporte digital, softwares que auxiliam na minha criação e no meu trabalho com direção de arte”, diz Pow. A tela agora é dentro do computador.

Tranquera bombando no falante

“Ouço bastante som pela internet, o Tranquera é meu favorito. Inclusive fiz uma ilustra enquanto ouvia um desses podcasts que agora não lembro o número. Rolaram uns sons bem densos, cheios de camadas, graves bem fortes. Foi uma seleção bem inspiradora e isso procuro acrescentar nos meus trampos”, explica.

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2 Comments
  1. pow

    valeu mesmo! Flip e Mandy também representando

  2. Mandy

    Valeu Bruno, adorei! Pow e Flip arrasam super!!!

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