
Ainda sob os holofotes da música pop no projeto Magnetic Man, Benga surge com duas faixas no Kapsize, selo de Joker que opera sob o olhar estratégico de Pinch.
da Redação do Tranquera
Depois de Rustie, Ginz e L-Wiz, o Kapsize investe no Dubstep Rave de Benga. Uma manobra inesperada, se considerarmos a evolução que o catálogo estava tomando em direção à mistura progressiva e inovadora entre Grime, Street Bass, Purple Bass e Wonky Step com timbres de Hip Hop e Urban Music em geral.
Synths barulhentos para grandes festivais
Benga “Faithless”
Com bumbo pulsante, “Faithless” traz synths barulhentos e blocos de loops percussivos que você já ouviu em Diary Of An Afro Warrior, álbum debut do artista pelo Tempa. Funciona? Claro que sim! É som para grandes festivais.
Hardcore, Trance e Rock para lotar estádios
Benga “Acid Lie”
Benga sabe como ninguém o que é a realidade sonora do mainstream. Hardcore, Trance e Rock para lotar estádios: essa parece ser a referência direta em “Acid Lie”, um combo musculoso que segue a mesma fórmula da faixa acima.


20.07.11
Boa parte das produções do Benga eu não consigo ouvir por mais de uma semana.
20.07.11
Embora a “Walkin’ Bass” (2004) dele possa ser considerada uma faixa histórica… Não parece que o Benga esteja lançando boa música no momento mesmo… O Diary Of An Afro Warrior foi importante quando saiu… Mas perdeu força com o tempo… Surgiram muitos imitadores… Alguém mais compartilha essa sensação? Seria a influência da música pop ou do Magnetic Man?
20.07.11
Na verdade o som dele hoje é do mesmo Benga de sempre. Para mim continua o mesmo do Diary Of An Afro Warrior. A impressão dele não estar lançando musica boa, é da linha de som dele estar cansada. Já “Walkin’ Bass” nunca pareceu tão atual como agora. Se não soubesse que era de 2004, falaria fácil fácil que era desse ano.