Dubstep

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Published
31.01.10
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Tranquera.org

Hoje o Dubstep certamente é mais popular do que em seus primeiros dias de vida. Junto com a sua popularidade crescente vieram alguns momentos históricos, novos talentos e possibilidades sonoras nunca antes imaginadas. Saiba tudo sobre Dubstep, Bass Culture, Urban Music e Global Beats nesse especial dedicado ao assunto preparado por Bruno Belluomini com a colaboração de Natalie Valili.

House

A origem do estilo

Como a maioria dos gêneros eletrônicos, o Dubstep teve sua origem num estilo particular. Ao longo dos anos, esse tipo de música foi capaz de desenvolver seus próprios parâmetros sonoros, formando um conjunto de elementos distintos que o diferenciam dos demais. O groove, o bassline e o grave são suas principais características hoje.

O Dubstep vem da máquina rítmica do UK Garage e, portanto, é descendente direto do House. Seu predecessor, o 2-Step, retirava a segunda e a quarta marcação dos kicks no loop e distribuía hit hats pelo espaço faltante, criando um padrão diferente do esquema 4×4 original. Nessa época o groove e o bassline eram muito favoráveis ao “desempenho” da música na pista de dança.

“Conforme o Drum’n'bass foi ficando cada vez mais rápido, pesado e barulhento, as garotas acabaram preferindo as pistas de UK Garage. Havia uma grande quantidade de ex-ravers que freqüentavam as festas aos domingos. As rádios piratas também tocavam UK Garage no domingo à tarde”, diz Simon Reynolds, jornalista, crítico musical e autor do livro Energy Flash: A Journey Through Rave Music And Dance Culture (1998).

Dark Garage

O período de transição

Dub e Reggae sempre foram a trilha sonora de boa parte dos subúrbios ingleses. MCs cantavam e rimavam no idioma do seu país, mas não negavam a tradição musical dos seus antepassados imigrantes. O resultado foi uma profusão significativa da cultura e da música jamaicana com o som eletrônico da época, transmitido pelas rádios piratas locais e prensada em pequenas tiragens de vinil.

“Um som muito particular surgiu no Reino Unido: tinha vocais de diva como no R&B e o instrumental era semelhante ao lado B dos discos de House norte-americanos. O som se espalhou rapidamente, criando uma cena diferente. Alguns eram fãs de Jungle desiludidos, chateados com o rumo que o Drum’n'bass havia tomado, outros eram apenas fãs de House à procura de uma versão britânica do som, explica Simon Reynolds.

No final da década de 90, alguns produtores de 2-Step tais como El-B, J Da Flex, Oris Jay, Steve Gurley e Zed Bias desenvolveram uma predileção por arranjos mais sombrios. Soul e Jazz ainda influenciavam suas produções, entretanto cada vez mais o som representava o espírito urbano, caótico, decadente, sinistro e paranóico das grandes metrópoles.

Grave

A pressão das baixas freqüências do espectro sonoro

O Dark Garage foi uma fase de transição entre o 2-Step e o que viria depois. O termo foi usado apenas em alguns artigos da época, mais para ilustrar a estética sonora vigente do que para segmentar o estilo. Com camadas rítmicas enxutas – mas não menos complexas – os produtores miraram as baixas freqüências do espectro sonoro e exploraram exaustivamente o grave. Esse elemento fez o gênero progredir para um nível onde as tradições musicais jamaicanas desempenharam um papel definitivo e marcante.

Dubstep

O termo estampado na capa da XLR8R

A noite FWD, que por volta de 2001 rolava no club Velvet Rooms em pleno Soho londrino, servia de palco para artistas já conhecidos no underground britânico. O club também funcionava como porta de entrada para novos talentos. Praticamente todos os grandes nomes do Dubstep passaram por lá, seja tocando na sua cabine ou dançando na sua pista escura, compacta e equipada com um sound system potente. A Ammunition – agência de promoção dos selos Tempa, Soulja, Road, Vehicle, Shelf Life e Bingo – cuidava de todos os detalhes da festa.

O trio Horsepower Productions era quem melhor resumia o espírito sonoro da cena em questão. Eles produziam bases instrumentais marcadas pelo compasso do 2-Step, com samples de sons indianos, jamaicanos e orientais. Os basslines eram expressivos, cheios de groove, com tom irreverente e bem humorado.

Em 2002 a revista californiana XLR8R usou o termo “Dubstep” para ilustrar a cena que se consolidava ao redor da FWD. Daí em diante o nome passou a ser usado para caracterizar esse tipo de som. Todo esforço da Ammunition foi imortalizado numa única palavra e seu pioneirismo foi devidamente documentado através do catálogo de seus selos, sendo o Tempa um dos mais relevantes e seminais.

Croydon

O berço do estilo

A região de Croydon é considerada o berço do Dubstep, pois ali viviam seus principais expoentes. A área também consta como endereço da extinta loja Big Apple, que funcionava como ponto de encontro e tinha alguns títulos em selo próprio. Toda uma geração de grandes produtores passou por ali.

“Eu praticamente vivia naquela loja porque meu irmão trabalhava lá. Levava todas as minhas músicas para o Hatcha escutar. Então eu e o Benga fizemos a ‘Judgement’ e tudo começou ali”, explica Skream.

Benga e Skream, então adolescentes, produziam suas músicas em videogames. Por volta de 2002 eles usavam um Playstation para desenvolver samples e depois passavam tudo para um PC com Fruityloops, masterizando as faixas no Logic.

Hatcha é um dos veteranos na cena. Ele trabalhava na Big Apple e foi responsável pela seleção do Dubstep Allstars Volume 1, um CD lançado pelo Tempa que ajudou a solidificar de vez o estilo, espalhando o grave pelos quatro cantos do mundo.

Inércia

O experimentalismo acaba com o groove

Através da FWD, o 2-Step recebeu doses cavalares de inércia rítmica e sua evolução seguiu em frente com a inserção de alguns elementos característicos do Dub e da cultura dos sound systems. As faixas mantinham as 138 BPM originais, mas seu andamento arrastado e quebrado sugeria uma sensação de lentidão, criando uma atmosfera claustrofóbica completamente imersa no subgrave.

O groove aos poucos desapareceu e as produções se tornaram muito experimentais, pouco apropriadas para a pista de dança. O bassline abusava de LFO e passou a ser chamado informalmente de “Wobble Bass”. No entanto o grave continuava abalando as estruturas de pequenos clubs que sediavam esses verdadeiros rituais de pura vibração.

Rephlex

A controvérsia

Em 2004 o selo Rephlex de Richard David James (Aphex Twin) colocou na banca dois volumes de uma compilação cujo nome inspirou muita controvérsia na época. A primeira “Grime” apresentou faixas de MRK1, Plastician e Slaughter Mob. A segunda trouxe Kode 9, Coki, Mala e Loefah. A confusão ocorreu porque para alguns puristas, embora MRK1 e Plastician fizessem um crossover bem articulado entre Grime e Dubstep, os demais produtores envolvidos no projeto pouco representavam o estilo.

“A Rephlex estava por fora e acabou tomando uma decisão equivocada”, afirma Martin Clark. Discussões calorosas à parte, fato é que todos os artistas envolvidos ganharam o mundo. Muitas portas se abriram, para além do bate-boca na internet.

Grime

O verdadeiro Hip Hop britânico

O Grime é uma variação do 2-Step, com ênfase nos vocais dos MCs, que fazem batalhas de rimas viscerais em duelos explosivos ao microfone. Também conhecido como “Garage Rap”, pode ser considerado o verdadeiro Hip Hop britânico. Seus entusiastas constroem bases instrumentais cruas, com softwares simples, sem muitos recursos.

Para a maioria dos seus fãs, o que vale é a máxima “faça você mesmo”. Em princípio hostilizado por DJs e produtores mais velhos, ganhou popularidade entre a juventude urbana inglesa pela facilidade com que podia ser produzido e distribuído. Alguns acreditam que o termo Grime – o “UK Garage sujo” – seja preconceituoso.

Hoje há uma grande quantidade de MCs que se agrupam em coletivos, sendo Roll Deep, Nasty Crew, Newham Generals e Ruff Squad os mais influentes. Seus principais expoentes são Dizzee Rascal, Wiley, Kano, Bruza, Crazy Titch, Danny Weed, Davinche, Doctor, Ears, Flowdan, Jammer, JME, Napper, Riko, Shizzle, Skepta, Terrordanjah, Tinchy Stryder, Trim e Venom.

As garotas são representadas por Lady Fury, Lady Sovereign, Mizz Beats, No Lay e Shystie. Mas nem só de “sujeira” vive o estilo: há também o R&G, o Rhythm & Grime, uma versão inglesa de R&B, cantada sobre bases de UK Garage, 2-Step e variações. O fotógrafo Ewan Spencer registrou a juventude urbana inglesa contemporânea e a cena Grime no livro Open Mic.

DMZ

O Digital Mystikz

Nomes como Iration Steppas e Jah Tubbys, consagrados sound systems britânicos, são as referências que mais se aproximam da síntese sonora que Coki e Mala criaram. Os Digital Mystikz produzem em dupla mas contam com Loefah para fazer a DMZ, uma das festas mais importantes do estilo, a verdadeira Meca do Dubstep.

Em 2005, os Digital Mystikz comemoraram o primeiro aniversário do DMZ no 3rd Base, parte do club The Mass, em Brixton. “Nós escolhemos Brixton porque vivemos a 15 minutos de carro do The Mass. Todos nós somos do sul de Londres e achamos perfeito fazer nossa festa lá”, explica Mala. Além dele, Loefah e o MC Sgt. Pokes são os residentes da noite.

“Coki, Sgt. Pokes e eu estudamos juntos e nos conhecemos desde os 11 anos de idade. Conhecemos o Loefah em 1995 através de amigos. Nós logo chegamos à conclusão de que gostávamos das mesmas coisas”, diz Mala.

O sound system DMZ é poderoso, ideal para experimentar o efeito desconcertante do grave que inunda a pista de dança e faz o peito tremer. Imerso nessa vibração profunda, o público é capaz de sentir o corpo envolvido pela gravidade do som. Por conta do ineditismo da proposta sonora e da propaganda boca a boca, a noite logo se tornou uma referência no assunto.

Halfstep

A falta de groove ainda assombra o Dubstep

Loefah sampleou trechos do filme American Psycho, numa combinação que foi puro filme de terror: lamentos e gritos à distância se desmancham no ar, através de um fluxo febril de ecos apavorantes. Essa cadência quebrada pela metade – apelidada de “Halfstep” – e o clima fantasmagórico de gelar a espinha cativaram Youngsta, um dos DJs pioneiros da cena. Seus sets ficaram marcados pelo estilo e influenciaram outros produtores. Prova disso é o Dubstep Allstars Volume 2, album mix que reuniu as faixas mais experimentais e letárgicas da época.

Youngsta é conhecido não só pela sua técnica apurada mas também pela grande quantidade de dubplates que possui, com produções de poucos e seletos nomes. O DJ faz questão de primar pela qualidade do seu acervo e prefere aguardar o amadurecimento de novos talentos antes de cortar acetatos das faixas que toca.

O Halfstep carecia de groove, embora o Wobble Bass em combinação com o grave abissal pudesse provocar alguma sensação inusitada na pista. O Dubstep estava longe de ser consagrado com um gênero popular, embora fosse íntimo de alguns excêntricos e iniciados no assunto. O som ainda era pura meditação sobre o grave.

Dubstep Warz

O hype depois do especial na BBC

O começo de 2006 foi decisivo para despertar o interesse da grande mídia pelo Dubstep. Mary Anne Hobbs, cultuada apresentadora da emissora inglesa BBC Radio 1, juntou um time de primeira e produziu o especial Dubstep Warz. DJs e MCs foram ao ar, mostrando ao mundo o que estaria por vir. Do excitante experimentalismo do Vex’d aos hits coloridos e quentes de Skream, o programa trouxe sons para todos os gostos.

Distance mostrou sua pegada com influências de Heavy Metal, os Digital Mystikz deixaram claro suas raízes no Dub, Youngsta e Hatcha representaram o pionerismo na pista e Benga sacou faixas do seu album independente, o Newstep, que depois rendeu lançamentos pelo selo Planet Mu de Mike Paradinas. O especial ainda apresentou os “embaixadores” do estilo no mundo com representantes de diversos países, inclusive o Brasil.

Foi sensível a influência e o alcance do Dubstep Warz. A comunidade virtual Dubstepforum.com recebeu ondas de novos membros nos meses seguintes e a quantidade de artistas, produções, selos, podcasts e radio shows transmitidos pela internet aumentou de forma significativa.

Hyperdub

As idéias sonoras de Kode 9

Em 2006, Kode 9 foi escolhido para produzir o terceiro Dubstep Allstars. Com o objetivo de incentivar novos talentos, Steve Goodman selecionou as faixas mais recentes na ocasião e revelou nomes como Blackdown, Geiom, Krave e Random Trio para o grande público. O DJ criou uma atmosfera na contramão do que a lógica poderia sugerir. Seu mix começa rápido, uptempo, com uma pegada inspirada no Dancehall e no Reggae. Lentamente a paisagem sonora perde velocidade e induz a um coma sonoro profundo.

Os vocais de Spaceape – que é capaz de confundir até mesmo os fãs de Daddy G do Massive Attack – acentuam essa sensação. Dubplates cortados em 10″ foram usados para gravar a seleção e é possível ouvir o chiado do vinil estalando nas agulhas dos toca-discos.

O Hyperdub surgiu como plataforma virtual para as idéias – não apenas sonoras – de Steve Goodman e seus chegados. Anos atrás o site abrigava artigos de Martin Clark, Kodwo Eshun e do próprio Kode 9, além de hospedar mixes com nomes sugestivos: Broken Techno, A Virus To Be Loved, entre outros.

No entanto a interface do Hyperdub mudou e seus arquivos foram deletados do ciberespaço. Atualmente, por meio de uma iniciativa do site canadense Riddim.ca, o rico conteúdo do Hyperdub pode ser acessado novamente.

Burial

O Dubstep para as massas

Os primeiros títulos do catálogo do Hyperdub foram lançados em 10″. Burial surgiu em vinil logo mais tarde, mas foram seus CDs que conquistaram destaque na grande mídia. A prévia do seu primeiro álbum homônimo aconteceu no programa de Mary Anne Hobbs e a notícia gerou grande expectativa. Kode 9 não decepcionou: com pouco mais de 20 minutos de áudio, o mix apresentou o impressionante trabalho de ourivezaria de Burial.

Burial voltou ao passado para resgatar algo que estava perdido: o groove e a atmosfera festiva do UK Garage. Suas faixas são construídas em softwares simples, limitados em recursos e efeitos, muitas vezes difíceis de se encaixar. Isso porque algumas batidas ficam meio soltas, numa licença poética pouco encontrada na música eletrônica hoje.

Os blocos percussivos de Burial são calcados no 2-Step, variando em tempo, podendo chegar ao BPM do House. Algumas faixas como “Broken Home” não seguem padrões ritmicos comuns. De uma maneira geral, tudo fica suspenso no ar, fixo por ecos e reverberações que se inspiram no Dub. Arranjos expressivos e melódicos variam do claro ou escuro, do cinza ao colorido. Michael Jackson, trechos de filmes e ruídos de toda espécie surgem na densa paisagem sonora de Burial.

Muita especulação foi feita sobre o artista até que ele revelasse sua identidade depois de ser indicado para o Mercury Prize em 2008. O tablóide britânico The Sun ofereceu uma recompensa para quem identificasse Burial. O próprio artista se revelou no Myspace, preferindo sair do anonimato ao invés de promover a lamentável atitude do veículo sensacionalista.

Bristol

Do Dub ao Techno

Bristol foi responsável pelo choque criativo que sucedeu a volta definitiva do groove para cena Dubstep. Se antes o gênero soava pouco sugestivo para pista de dança, foi com o Tectonic de Pinch e o Punch Drunk de Peverelist que as coisas começaram a voltar aos trilhos novamente.

Inspirado pelo legado de Mark Ernestus e Moritz Von Oswald, o holandês 2562 lançou diversas faixas pelo Tectonic, conjugando Dub e Techno de uma forma muito particular. Seu álbum Aerial é um amálgama bem sucedido entre 2-Step, Broken Beat, King Tubby e Basic Channel.

Headhunter também seguiu essa tendência em Nomad, álbum que saiu pelo Tempa em 2008. No mesmo ano, o selo francês 7even despontou com uma seqüência impressionante de títulos que agregam o melhor da música jamaicana com o aspecto sintético da música eletrônica alemã.

Martyn e TRG

A volta do groove

O holandês Martyn e o romeno TRG, ambos estrangeiros ao epicentro britânico e revelados ao mundo no mesmo instante em que Bristol abalou as estruturas do som londrino, foram buscar no 2-Step a força máxima para sua expressão sonora.

Ressuscitando o Soul, o Jazz e o R&B perdidos no tempo, esses dois produtores conseguiram trazer de volta o que havia sido esquecido sob as camadas de experimentalismo que congelaram o gênero por um longo inverno. Martyn ganhou um single pelo Revolver, selo de Manchester, capitaneado por Marcus Intalex. TRG é requisitado por diversos catálogos e acaba de ganhar um vinil pelo Tempa.

Extra

Rádios piratas, selos e distribuidoras

As rádios piratas inglesas desempenham um importante papel na propagação da cena Dubstep. Assim como as lojas de vinil e os estúdios de masterização que cortam dubplates, elas são responsáveis pela manutenção diária da sua cultura.

DJs apresentam produções que ganharão as ruas nos próximos meses. Tendências são testadas antes de qualquer tipo de investimento. Algumas faixas levam anos para serem lançadas. Grandes nomes têm sucesso garantido e iniciantes bancam suas primeiras tiragens do próprio bolso. Uma verdadeira rede de selos independentes e distribuidoras garantem que artistas locais atravessem as fronteiras do mercado doméstico e cheguem nas mãos de DJs ao redor do mundo.

Uma das mais antigas rádios piratas ainda em atividade é a Rinse FM. Sua programação é transmitida na internet, mas por conta de “problemas técnicos” freqüentes – e até mesmo por uma questão de “segurança” – isso nem sempre é possível. A Rinse funciona como um celeiro de talentos: se o MC, o DJ ou o duplate é bom o suficiente para o mercado, algo muito em breve pode surgir nas prateleiras de uma HMV na Oxford Street, por exemplo.

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10 Comments
  1. André

    Excelente panorama da cultura do grave! De onde veio e para aonde esta caminhando principalmente são bem apresentados para novatos e iniciados. Obrigado pela aula.

  2. Marlon LA

    Muito bom! Parabéns

  3. Jorge Junior

    Isso ae. Assim como o DB o Dubstep precisa de mais referencias. Tenho gostado cada vez mais desse som. Parabens, brotha!

  4. DJ Cheech Stavele

    Uma aula !! Parabens !

  5. Selectah Danilo Ras

    Dubstep é o futuro !

  6. Marcos Bocayuva

    Belo texto, panorama amplo da cultura do grave! Como amante das raizes musicais jamaicanas acho que dubstep ainda vai dar muito caldo seja no Braza ou em Bristol! Vida longa Dubstep!!!! Sugestão: 2010 o ano do Dubstep no Brasil!

  7. Gibran

    Carambaaa!!! Muito bom… Conheci o Dubstep não tem mais que uma semana e já sinto que será longa a minha relação ouvinte com a sua sonoridade horizontalmente contemporânea. Que seja difundida a música eletrônica e propagada a universalidade sonora e rítmica. Sugestão: 2010 o ano do Dubstep no Brasil!

  8. Pablo

    Muito bom…….. Som do subterranio, invadindo os graves do falante……… Assim como o soud systen e o dub….. O dubstap exelente som…….. Tomei gosto pelo som faz 2 meses……. Mais vejo bem pouca divulção do estilo a não ser pela internet……. Poderia aver projetos pelo interior do estado tambem……….. Parabens mesmo…….. Positivas a todos………

  9. Arthur Maas

    Não me canso de ler esse texto, ja parei varias vezes, além de ta bem escrito tem muito informação importante pra galera que conhece/está conhecendo o movimento… Não só a musica, mas a origem e toda a história por traz do movimento, da cultura, explica o porquê daquilo tudo, muitas vezes ajudando à pessoas que ja gostavam se identificarem mais ainda com a cultura! BIG UP, parabéns pelo texto!

  10. cram oriac

    OI OI OI !!! muito bom!!!! eu aterrizo de españa,eu sou novo en brasil.e eu quer conocer de la dubstep a sao paulo…. a good brasilian friend ,resident in BCN tell me about your page… MUITO OBRIGADO !!! e disculpa meu brasilero

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