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	<title>Tranquera.org &#187; Reviews</title>
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	<description>Dubstep, Bass Culture, Urban Music, Global Beats</description>
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		<title>Roly Porter e seu Aftertime</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 00:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Álbum do ex-integrante do Vex’d é uma das experiências mais intensas do ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_aftertime01.jpg" title="Roly Porter e seu Aftertime" alt="Aftertime" width="450" height="210"></p>
<p><i>Álbum do ex-integrante do <b>Vex&#8217;d</b> é uma das experiências mais <b>intensas</b> do ano, mas oferece muito pouco a quem procura resquícios do seu antigo projeto.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Quando se trata do que é <b>necessário</b> para fazer um álbum que seja, pelo menos, digno de atenção de cabo a rabo, certamente o que falta em muitos produtores hoje é <b>visão</b>: a capacidade de <b>organizar as idéias</b>, num todo coeso e atentar para a integridade do projeto. Os dois membros do extinto Vex&#8217;d acabaram de mostrar que <b>têm isso de sobra</b> com seus respectivos álbuns lançados em 2011.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_aftertime02.jpg" title="Paisagens repletas de destruição" alt="Aftertime" width="450" height="210"></p>
<h3>Paisagens repletas de destruição</h3>
<p><b>Aftertime</b>, do Roly Porter, é <b>menos imediato</b> e demanda muito mais do ouvinte que o <a href="http://www.tranquera.org/2011/09/28/kuedo-volta-com-album-pelo-planet-mu" title="Conheça o álbum Severant de Kuedo" target="_blank"><b>Severant</b></a> de <b>Kuedo</b>, mas ambos compartilham dessa <b>determinação implacável</b> que os impede de desviar do caminho. Em resumo, são dois discos redondos.</p>
<p>Que nenhum se direcione em nenhum momento às pistas, é uma <b>grande prova</b> da paixão dos artistas outrora ligados ao <a href="http://www.tranquera.org/dubstep" title="Saiba o que é Dubstep" target="_blank"><b>Dubstep</b></a> pelo som e pelas suas <b>possibilidades</b>. Tal paixão é bem mais explorada em Aftertime, um disco cujo desenho sonoro sugere constantemente <b>paisagens repletas de destruição</b>.</p>
<p>Por mais que os nomes de todas as faixas façam referência ao universo de <b>Duna</b>, a célebre saga de <b>ficção científica</b> de Frank Herbert, o sentimento aqui é bastante terreno – talvez por sabermos do <b>imenso</b> poder de autodestruição da nossa raça.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F21648570&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F21648570&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>Ouça o <a href="http://www.factmag.com/2011/09/19/stream-roly-porters-aftertime-in-full" title="Ouça o streaming do álbum" target="_blank"><b>streaming</b></a> do álbum.</p>
<p>Sim, Aftertime é um <b>disco sombrio</b>. Podia facilmente ser trilha de um filme experimental que mostrasse as conseqüências do acidente em <b>Chernobyl</b>, ou a destruição provocada pelas <b>grandes guerras</b>. Mesmo as faixas mais melódicas, que se aproximam da clássica contemporânea, como &#8220;Kaitain&#8221;, &#8220;Al Dhanab&#8221; e &#8220;Caladan&#8221;, são carregadas de drama e pouca esperança – apenas pequenos intervalos entre construções <b>monstruosas</b> e violentas como <a href="http://soundcloud.com/subtext-recordings/roly-porter-tleilax" title="Ouça a faixa Tleilax no Soundcloud" target="_blank"><b>&#8220;Tleilax&#8221;</b></a>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_aftertime03.jpg" title="Subs de estraçalhar o peito" alt="Aftertime" width="450" height="210"></p>
<h3>Subs de estraçalhar o peito</h3>
<p>A diversidade dos <b>timbres</b> e das formas de composição formam uma bela harmonia entre eletrônica, acústica, noise, drones e melodias menos ameaçadoras, podendo remeter ao trabalho arrebatador do <b>Ben Frost</b>. &#8220;Corrin&#8221; é o melhor exemplo dessa harmonia no álbum, e, pensando pedagogicamente, podia ser duas faixas distintas: uma <b>Ambient</b> com teclado e cordas sintetizadas e outra da <b>Noise</b> experimental que brinca com desenho, freqüências e, vale ressaltar, <b>subs de estraçalhar o peito</b>.</p>
<h3>O Vex&#8217;d realmente ficou no passado</h3>
<p>Só perto do fim da jornada, em &#8220;Giedi Prime&#8221;, ouvimos um <b>tímido seqüenciamento</b> mais reto de batidas – que não acompanha a faixa nem até a metade, provando que <b>o Vex&#8217;d realmente ficou no passado</b>. Mas se os dois envolvidos continuarem entregando álbuns tão bons quanto esses, <b>é bom que fique mesmo</b>.</p>
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		<title>Glass Swords, o debut do Rustie</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/10/06/glass-swords-o-debut-do-rustie/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 11:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos álbuns mais aguardados do ano demorou para ser lançado. Valeu a longa espera?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_rustie01.jpg" title="Glass Swords, o debut do Rustie" alt="Rustie" width="450" height="210"></p>
<p><i>O primeiro álbum do <b>Rustie</b> era um dos mais aguardados do ano – e demorou para ser lançado. No entanto, a pergunta não quer calar: <b>valeu a longa espera?</b></i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Russell Whyte, o Rustie, é um dos maiores fenômenos da <b>Bass Music</b> recente, recebendo tratamento <b>hiperbólico</b> da mídia desde que surgiu com o Jagz The Smack EP em 2007. De lá para cá, trabalhou numa marca que, por mais que não seja exclusiva dele, tem no jovem artista um dos seus <b>principais expoentes</b>. É um som extremamente <b>sintético e artificial</b>, que junta timbres retrô com padrões e valores de produção contemporâneos, unindo a música pop de décadas passadas com estilos mais recentes, como o <a href="http://www.tranquera.org/dubstep" title="Saiba o que é Dubstep" target="_blank"><b>Dubstep</b></a> e o <b>Wonky</b>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_rustie02.jpg" title="Glass Swords" alt="Rustie" width="450" height="210"></p>
<h3>Glass Swords</h3>
<p><object height="210" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1134299&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;show_playcount=false&amp;show_artwork=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="210" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1134299&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;show_playcount=false&amp;show_artwork=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>&#8220;Flash Back&#8221; e &#8220;Surph&#8221;, duas das primeiras faixas de <a href="http://soundcloud.com/rustie/sets/rustie-glass-swords" title="Ouça o Glass Swords no Soundcloud" target="_blank"><b>Glass Swords</b></a>, demonstram o lado mais <b>oitentista</b> possível de Rustie, mas o fazem usando uma roupagem hi-fi e hiperativa – e ainda assim são apenas aperitivos para a brilhante &#8220;Ultra Thizz&#8221;.  Além disso, &#8220;City Star&#8221; e &#8220;Death Mountain&#8221; fazem o contraponto com climas mais tensos à frente, impedindo o disco de cair numa boba alegria sem fim.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_rustie03.jpg" title="Hip Hop e Trance" alt="Rustie" width="450" height="210"></p>
<h3>Hip Hop e Trance</h3>
<p>O álbum não deixa nunca de afirmar a condição <b>híbrida</b> do som do Rustie. Um dos melhores exemplos é &#8220;Hover Traps&#8221;, que nem precisa de remix do <b>Tiësto</b> para que desejemos secretamente ouvi-la numa <b>rave</b> imensa – ok, talvez apenas ver pela televisão. Simetricamente, na outra metade do disco, temos &#8220;After Light&#8221;, outra faixa com timbres de <b>Trance</b> que revela a atenção do escocês com as novas tendências da música urbana e sua vocação para sons grandiosos. O crossover de Hip Hop e Trance do Araabmuzik é uma referência clara aqui.</p>
<p>Essa <b>vocação</b> é novidade na carreira de Whyte, apesar dos sinais dados no Sunburst EP em 2010. Entretanto, marca presença no álbum inteiro – do clima <b>prog</b> na abertura aos arpeggios <b>estelares</b> de &#8220;Cry Flames&#8221;. Imagine música feita por um nerd tecnológico com o intuito de ser tocada em grandes estádios e você chega quase lá. Por que ninguém apresentou o moleque aos produtores do último Tron?</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_rustie03.jpg" title="All Nite" alt="Rustie" width="450" height="210"></p>
<h3>All Nite</h3>
<p>Celebratório é o adjetivo que cabe perfeitamente nesse disco, se é que já não havia ficado claro com a escolha do primeiro single, &#8220;All Nite&#8221;. Sua posição no álbum é estratégica: é a penúltima música, separada das anteriores por um intervalo (&#8220;Ice Tunnels&#8221;) e seguida por &#8220;Crystal Echo&#8221;, uma faixa que perde as batidas no meio do caminho, ficando com gosto de despedida. O truque é <b>óbvio</b>: esse é o momento quase no fim do show em que a banda toca seu maior hit. Mas se o cara chamou o clímax do seu disco de &#8220;All Nite&#8221;, nós sabemos que ele tem a melhor das intenções.</p>
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		<title>Kuedo volta com álbum pelo Planet Mu</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/09/28/kuedo-volta-com-album-pelo-planet-mu/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 11:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo projeto do Jamie Vex’d ganha LP de estréia pelo selo do Mike Paradinas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_kuedo01.jpg" title="Kuedo volta com álbum pelo Planet Mu" alt="Kuedo" width="450" height="210"></p>
<p><i>Novo projeto do <b>Jamie Vex&#8217;d</b> ganha LP de estréia pelo selo do Mike Paradinas.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Jamie Teasdale é uma figura importante na cena <a href="http://www.tranquera.org/dubstep" title="Saiba o que é Dubstep" target="_blank"><b>Dubstep</b></a> por ser uma das metades do <b>Vex&#8217;d</b>, duo responsável pelo <b>Degenerate</b>, de 2005 – um dos álbuns essenciais do gênero, que contribuiu com uma nova visão e uma abordagem particular de um som ainda em desenvolvimento.</p>
<h3>Wonky e Hip Hop experimental</h3>
<p>Foi no <b>Planet Mu</b>, catálogo que engloba alguns singles e os dois álbuns do Vex&#8217;d, que Teasdale estreou seu projeto <b>Kuedo</b> em 2010, com o EP <a href="http://www.tranquera.org/2010/03/02/kuedo-jamie-vexd-vinyl" title="Conheça o EP Dream Sequence do Jamie Vex'd" target="_blank"><b>Dream Sequence</b></a>. Esse EP também deu início a uma nova fase sonora para Jamie, que passou a atuar numa linha mais próxima do Wonky e do Hip Hop experimental, com temas mais arejados e bem distantes do clima pesado e industrial da dupla.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_kuedo02.png" title="Videowave EP" alt="Kuedo" width="450" height="210"></p>
<h3>Videowave EP</h3>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F18441018&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F18441018&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>No meio desse ano, saiu mais um EP do artista pelo selo de Paradinas. <b>Videowave</b> veio com duas grandes faixas inéditas que deixam o Wonky de lado e apostam num <b>retrofuturismo frenético</b>, aliando timbres de IDM aos ritmos e basslines da nova Bass Culture. O EP ainda conta com remixes de <a href="http://www.tranquera.org/2011/02/01/illum-sphere-vinyl-tectonic" title="Conheça o som do Illum Sphere" target="_blank"><b>Illum Sphere</b></a>, Clark e Heterotic para faixas do Dream Sequence.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_kuedo03.jpg" title="Arte do álbum Severant do Kuedo" alt="Kuedo" width="450" height="210"></p>
<h3>Severant</h3>
<p>Retrofuturismo também é um termo que parece se aplicar bem ao seu primeiro álbum, <b>Severant</b>, que sai em breve também pelo Planet Mu. Mas a personalidade exploradora de Teasdale resguarda mais um trabalho de cair no óbvio, e o que percebemos pelo <a href="http://www.planet.mu/discography/ZIQ309" title="Ouça o preview de Severant" target="_blank"><b>preview</b></a> é que vem por aí um disco que cumpre a promessa do release de misturar Vangelis e Juke. Em resumo: um puta disco épico.</p>
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		</item>
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		<title>Lunice lança segundo EP pelo Lucky Me</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/09/26/lunice-lanca-segundo-ep-pelo-lucky-me/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 11:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[One Hunned traz som mais cheio e desenvolvido que seu antecessor. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_lunice01.png" title="Lunice lança segundo EP pelo Lucky Me" alt="Lunice" width="450" height="210"></p>
<p><i><b>One Hunned</b> traz som mais cheio e <b>desenvolvido</b> que seu antecessor. Saiba mais.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>O <b>Lucky Me</b>, de Glasgow, detém em seu catálogo dois grandes nomes da música de clube atual vindos do Canadá, <b>Lunice</b> e <b>Jacques Greene</b>. Que os dois tenham sons totalmente <b>distintos</b> é uma boa sacada do selo. Enquanto Greene faz <b>House</b> emotivo e frágil, Lunice faz <b>beats</b> ora grandiosos, ora minimalistas, influenciado pelo Hip Hop e o R&#038;B do início dos anos 90, mas com feeling bastante <b>contemporâneo</b>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_lunice02.jpg" title="Lunice faz música para mexer o corpo" alt="Lunice" width="450" height="210"></p>
<h3>Música para mexer o corpo</h3>
<p>Lunice começou sua carreira como B-Boy e o que o diferencia de gigantes como <b>Hudson Mohawke</b> e <b>Rustie</b> – e de seus imitadores – é justamente o apelo físico de suas batidas: elas nunca são tortas o suficiente para fazer você bater cabeça no lugar de mexer o corpo.</p>
<h3>Melodia e Hip Hop</h3>
<p>Se no Stacker Upper EP, seu debut no Lucky Me, havia uma perceptível separação entre seções mais <b>melódicas</b>, como <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qvlVIqipVRI" title="Ouça Fancy Forty do Lunice no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Fancy Forty&#8221;</b></a> – faixa que foi remixada pelo Rustie –, e outras com foco mais rítmico, como Hip Hop, em <b>One Hunned</b> essa tensão se desfaz por completo.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/27730955?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ff0099" width="450" height="253" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>A faixa <b>&#8220;Glow&#8221;</b> abre o EP com samples de coros e batida relaxada, mas <b>&#8220;I See U&#8221;</b> já desponta em seguida, tensa, com sintetizadores que lembram o Goblin e suas trilhas para os giallos de <b>Dario Argento</b> nos anos 70 (ainda mais que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=soxUSBVaCEI" title="Ouça Suspiria do Doshy no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Suspiria&#8221;</b></a>, do Doshy) – um dos pontos altos do EP. O terror dá lugar à ficção científica em <b>&#8220;Juice&#8221;</b>, que traz arpeggios espaciais e metais, além de uma bela melodia de sintetizadores, num clima etéreo que se estende pela próxima faixa, <b>&#8220;Bricks&#8221;</b>.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F15585828&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F15585828&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>Sintética ao extremo, <b>&#8220;Guardian&#8221;</b> é mais um ponto alto de One Hunned, com batida lenta, muitos claps e vocais economicamente inseridos em lugares estratégicos. <b>&#8220;And She Said&#8221;</b> encerra em clima de R&#038;B – certamente a faixa mais leve por aqui. A versão digital do EP ainda conta com um remix destruidor do Girl Unit, que eleva a já exepcional &#8220;I See U&#8221; para outro patamar, gravíssimo, o que valoriza ainda mais o pequeno e promissor currículo de Lunice.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O som vibrante de Damu</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/09/14/o-som-vibrante-de-damu/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 11:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Freebies]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Promessa Bass de Manchester aposta em produções coloridas e vibrantes. Conheça.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_damu01.jpg" title="O som vibrante de Damu" alt="Damu" width="450" height="210"></p>
<p><i>Promessa de <b>Manchester</b> aposta em produções <b>coloridas e vibrantes</b>. Conheça.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p><b>Damu</b> vem se afirmando como um dos artistas <b>promissores</b> a surgir em 2011, com ótima recepção entre a <b>crítica especializada</b> desde seu primeiro EP, que acabou rendendo <b>lançamentos</b> em dois selos importantes, o <b>Local Action</b> e o <b>Keysound</b>.</p>
<h3>Graves mutantes e atmosfera festiva</h3>
<p>No Gargoyle EP, seu debut pelo Silverback, já se percebe o tipo de som que Damu está disposto a desenvolver: algo entre o <b>grave mutante</b> do <a href="http://www.tranquera.org/2011/06/08/os-selos-do-momento" title="Saiba mais sobre o selo Night Slugs" target="_blank"><b>Night Slugs</b></a> e o House festivo de nomes como <a href="http://www.tranquera.org/2011/06/27/fique-de-olho-neles-parte-2" title="Conheça o som do Brenmar" target="_blank"><b>Brenmar</b></a> e <b>Canblaster</b>.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F13500283&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F13500283&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<h3>Truques preferidos de produção</h3>
<p><b>Sintetizadores</b> e arpeggios <b>brilhantes</b> parecem ser seu <b>truque preferido</b> até agora, mas o cara tem esperteza suficiente para lidar bem com todos os outros elementos que escolhe, sejam eles <b>samples de R&#038;B com pitch alto</b>, padrões de bateria <b>sacolejantes</b> ou basslines graves utilizados de maneira variada.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_damu02.jpg" title="Boas vibrações dominam o Mermaid EP do Damu" alt="Damu" width="450" height="210"></p>
<h3>Mermaid EP</h3>
<p>As boas vibrações dominam o <b>Mermaid EP</b>, que saiu pelo Local Action e tem marcado <b>presença</b> nos <a href="http://www.tranquera.org/2011/08/16/tranquera-213" title="Ouça o som de Damu no Tranquera 213" target="_blank"><b>sets</b></a> do Tranquera. &#8220;Mermaid&#8221; e &#8220;Beat Of Zen&#8221; estão entre as faixas mais dançantes desse ano. Na primeira, Damu alterna os <b>fortes bumbos</b> entre batidas sincopadas e 4&#215;4, criando uma <b>dinâmica irresistível</b>. A segunda é um UK Funky <b>incontrolável</b> e percussivo, totalmente explosivo.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F18274166&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F18274166&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>Tendo caído nas graças do <b>Martin Clark</b>, Damu lança ainda esse ano o <b>Ridin&#8217; EP</b> e o álbum <b>Unity</b> pelo Keysound. O EP sai em breve, e, a julgar pelos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y_D3O4K4Xik" title="Ouça o preview do Ridin' EP no Youtube" target="_blank"><b>previews</b></a>, o destaque certamente é a faixa título – que ameaça ser <b>tão épica quanto &#8220;Wut&#8221; foi em 2010</b>. O álbum chega no final de 2011, com produções inéditas e uma versão de &#8220;Ridin&#8217;&#8221; contando com os vocais do Trim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Global Bass Volume 2</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/09/12/global-bass-volume-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 11:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Compilação celebra cena Bass fora do Reino Unido. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_urban_world01.png" title="Global Bass Volume 2" alt="Urban World Global Bass" width="450" height="210"></p>
<p><i>Selo <b>dinamarquês</b> lança segundo volume da <b>compilação</b> que celebra um lado da cena Bass <b>bem diferente</b> daquela encontrada no Reino Unido. Saiba mais.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Nos últimos anos nos acostumamos a tomar <b>Londres</b> como o <b>epicentro</b> da Bass Culture, principalmente pela força e influência do Dubstep e do Grime na primeira década do século XXI. Entretanto, um processo de <b>descentralização</b> teve início mais recentemente, com cenas de outros lugares do mundo ganhando mais <b>representatividade</b> no panorama global.</p>
<p>A revista eletrônica <b>XLR8R</b> tem exercido um <b>papel importante</b> nisso, dedicando bastante espaço nas suas matérias para gêneros como o <b>Moombahton</b> e a <b>Cumbia Digital</b>, além do Dubstep feito em outras partes do globo – fora do Reino Unido. Em 2008, Bruno Belluomini assinou o trigésimo <a href="http://www.tranquera.org/mixtapes/bruno_belluomini_dubstep_goes_south_mix.mp3" title="Faça o download do podcast (Right-click &#038; Save As)" target="_blank"><b>podcast</b></a> do site, com um mix que serviu de <b>showcase</b> para o Dubstep produzido na América Latina àquela altura.</p>
<h3>Dubstep Goes South</h3>
<p><i>Studio mix, March 2008</i></p>
<p>01. <b>Los Palmeras</b> &#8220;Bombom Asesino (Daleduro Version)&#8221;<br />
02. <b>Cardopusher</b> &#8220;Homeless&#8221;<br />
03. <b>Pacheko</b> &#8220;Done With The Zine&#8221;<br />
04. <b>Zardonic</b> &#8220;Dead Miracles&#8221;<br />
05. <b>Thark</b> &#8220;Blue (Thark Space Remix)&#8221;<br />
06. <b>Dysord Sith</b> &#8220;Everything I Touch Dies&#8221;<br />
07. <b>Thark</b> &#8220;Strange Feel&#8221;<br />
08. <b>Daleduro</b> &#8220;Heavy Shit&#8221;<br />
09. <b>Dubstalker</b> &#8220;Bun Out Da Wicked&#8221;<br />
10. <b>MPC</b> &#8220;Rio Dub Style&#8221;<br />
11. <b>Buguinha Dub</b> &#8220;Liberate&#8221;<br />
12. <b>Digital Dubs</b> &#8220;30 Head Riddim (Bruno Belluomini Remix)&#8221;<br />
13. <b>Pacheko &#038; Cardopusher</b> &#8220;Harp Shaped Box&#8221;<br />
14. <b>Subcut feat. Jimmy Luv &#038; Anão</b> &#8220;Paga Pau (Uptempo Vocal Mix)&#8221;<br />
15. <b>Pacheko &#038; Cardopusher</b> &#8220;Lemna&#8221;</p>

<p><a href="http://www.tranquera.org/mixtapes/bruno_belluomini_dubstep_goes_south_mix.mp3" title="Dubstep Goes South" target="_blank"><b>Download</b></a> (Right-click &#038; Save As)</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_urban_world02.jpg" title="O Urban World abrange crossovers com graves proeminentes" alt="Urban World Global Bass" width="450" height="210"></p>
<h3>Urban World</h3>
<p>É nesse cenário <b>multicultural</b> que se insere a proposta do <b>Urban World</b>, selo que, operando da Dinamarca, abrange em seu catálogo todos os crossovers imagináveis entre gêneros urbanos de graves proeminentes e música latina.</p>
<p>A compilação <b>Global Bass</b>, que já tem dois volumes, é o carro chefe do selo e consiste num vinil double pack (2&#215;12&#8243;) com faixas tiradas dos EPs do catálogo, englobando Cumbia, Kuduro, Funk Carioca e novas derivações do Reggaeton.</p>
<p>O Global Bass Volume 2 é uma boa <b>porta de entrada</b> para o universo Urban World. Entre os destaques, o remix de Schlachthofbronx para &#8220;One Day, Revolution&#8221;, do <b>Copia Doble Sistema</b>, que potencializa a tendência Dub da original e acelera o gancho de flauta, dando uma dinâmica totalmente nova à faixa.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F16253842&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F16253842&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>O Dubstep se junta à música dos Bálcãs quando Dokkedal Dixen remixa Ali, do Analogik, e o Breakbeat encontra o lado africano da cultura latina em <a href="http://soundcloud.com/urbanworldrec/07-solo-moderna-solta-futura" title="Ouça a faixa no Soundcloud" target="_blank"><b>&#8220;Solta Futura&#8221;</b></a>, do Solo Moderna, remixada por Second Sky e Thomas Blondet.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F19404157&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F19404157&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>Obviamente, tudo vem filtrado pelo olhar &#8220;gringo&#8221;, facilmente impressionável com o exótico – mas isso não prejudica tanto a diversão contida na proposta.</p>
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		<title>Blawan + Pariah = Karenn</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/31/blawan-pariah-karenn/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 11:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo projeto já tem dubplates promissores e um grande remix. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_karenn01.jpg" title="Blawan + Pariah = Karenn" alt="Karenn" width="450" height="210"></p>
<p><i>Novo projeto dos jovens talentos já tem <b>dubplates</b> promissores e um grande <b>remix</b>.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Quem acompanha as <a href="http://www.tranquera.org/category/news" title="Conheça o conteúdo do Tranquera" target="_blank"><b>matérias</b></a> e os <a href="http://www.tranquera.org/tag/podcasts" title="Ouça os podcasts do Tranquera" target="_blank"><b>podcasts</b></a> do Tranquera provavelmente já se ligou nos nomes <b>Blawan</b> e <b>Pariah</b>, dois dos nossos artistas preferidos do momento. A novidade é que, juntos, eles estrearam um novo projeto chamado <b>Karenn</b>.</p>
<p>Alguns <b>dubplates</b> já estão circulando e previews caíram na rede, ripados dos mixes do próprio Blawan e do <b>Ben Ufo</b>, mas o primeiro lançamento oficial é um remix que acaba de sair para o projeto <b>West Norwood Cassette Library</b>, de Bob Bhamra.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_karenn02.jpg" title="Get Lifted" alt="Get Lifted" width="450" height="210"></p>
<h3>Get Lifted</h3>
<p>Bhamra tem produzido House <b>perigosamente</b>, próximo de gêneros mais graves como o Dubstep e o Dub Techno, oscilando entre as boas vibrações de Chicago e as inovações rítmicas da cena <b>Bass</b> – entre seus remixers estão <b>Pearson Sound</b> e <b>Brackles</b> –, tudo numa charmosa roupagem low-fi.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F17667396&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F17667396&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p><b>Get Lifted</b>, single mais recente do West Norwood Cassette Library, marca a estréia do Karenn como <b>remixer</b>. Aqui a bateria monstruosa do Blawan ganha a companhia das atmosferas envolventes do Pariah, fazendo um belo contraponto ao clima &#8220;get high&#8221; da versão original – mas ainda assim mais leve que os dubplates citados.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F17667485&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F17667485&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=FF0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>A julgar pela arrebatadora <a href="http://www.youtube.com/watch?v=S756UKFSo44" title="Ouça a faixa Caretaker no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Caretaker&#8221;</b></a>, ainda sem data para sair, a dupla acertou em cheio ao unir suas forças para criar algo diferente e interessante de ser ouvido.</p>
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		<title>Conheça o Setspeed</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/30/conheca-o-setspeed/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 11:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bristol tem mais um artista que anda fazendo interessantes crossovers. Ouça aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_setspeed_a.jpg" title="Conheça o Setspeed" alt="Setspeed" width="450" height="210"></p>
<p><i>Vem de <b>Bristol</b> mais um artista que anda fazendo interessantes <b>crossovers</b>. Ouça.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Que a cena Bass se encontra <b>fraturada</b> – no melhor sentido do termo – e continua <b>absorvendo influências</b> de todas as partes, isso já não é novidade. Tal estado da Bass Culture tem feito com que cada vez mais produtores se aventurem por <b>novos rumos inexplorados</b> e criem hibridismos sonoros <b>inéditos</b>. Além disso, esse exato momento musical que vivemos está cheio de <b>boas oportunidades</b> para abrirmos a cabeça e conhecermos novas experiências musicais – o Setspeed é uma delas.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_setspeed_b.jpg" title="Two Blocks Down" alt="Setspeed" width="450" height="210"></p>
<h3>Two Blocks Down</h3>
<p>Pouco se sabe até agora sobre o Setspeed, mas seus dois únicos singles saíram pelo Bass Music, pequeno catálogo administrado por Baobinga e ID em Bristol, Reino Unido. Seu <b>Two Blocks Down</b>, que saiu em 2010, pega o som clássico do <b>Dubstep</b> como referência para construir duas faixas sérias e bem produzidas – mas que não causaram muita comoção num ano repleto de <b>propostas inovadoras</b>.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F4419609&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=ff0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F4419609&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=ff0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_setspeed_c.jpg" title="Komu" alt="Setspeed" width="450" height="210"></p>
<h3>Komu</h3>
<p>Seu segundo single, entretanto, é uma bela surpresa. <b>Komu</b> é a estrela aqui, acenando para o Glitch e para o IDM dos anos 90, bem como para a estética low-fi em alta no House hoje, com melodias viajantes ao lado de um envolvente padrão de bateria com BPM baixo. <b>Detail From A Larger Work</b> é ainda mais etérea, com padrões 2-Step e muito grave, aliados a texturas Ambient. Ouça no <a href="http://soundcloud.com/bassmusic/sets/bass-music-006-setspeed-komu" title="Ouça o EP Komu no Soundcloud" target="_blank"><b>Soundcloud</b></a>.</p>
<p><object height="81" width="450"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F17558363&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=ff0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" height="81" width="450" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F17558363&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=ff0099" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>Esse EP foi lançado também no Bass Music e já é o suficiente para ficarmos de olho nos próximos trabalhos do Setspeed.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Braille no Hotflush</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/25/braille-no-hotflush/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 11:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de "The Year 3000", artista segue firme com EP no Hotflush Recordings. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_braille01.jpg" title="Braille no Hotflush" alt="Braille" width="450" height="210"></p>
<p><i>Depois da ótima &#8220;The Year 3000&#8243; no <b>Rush Hour</b>, Praveen segue firme com EP no <b>Hotflush Recordings</b>, de Paul Rose. <b>Relevância</b> é o que se vê por aqui.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p><b>Praveen Sharma</b> estreou seu projeto <b>Braille</b> esse ano, mas já produz há muito tempo. Atua na eletrônica experimental há quase dez anos, principalmente através do Percussion Lab, selo dedicado a performances de artistas ligados à cena eletrônica <b>underground</b> de Nova York. Já colaborou com Benoit Pioulard, artista de Folk e Ambient, e faz parte do duo <b>Sepalcure</b> com Travis Stewart, o <b>Machinedrum</b>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_braille02.jpg" title="The Year 3000" alt="The Year 3000" width="450" height="210"></p>
<h3>The Year 3000</h3>
<p>A faixa <b>&#8220;The Year 3000&#8243;</b> saiu no começo de 2011 pelo Rush Hour, e bastou esse single para mostrar que o novo projeto de Sharma era <b>promissor</b>. House com clima de Chicago, padrões de bateria e percussão bem trabalhados e sintetizadores viajantes, além da pegada Funky no lado B, fizeram do Braille um dos nomes mais interessantes a aparecer esse ano.</p>
<h3>Braille Hotflush Mix</h3>
<p><i>Studio mix, May 2011</i></p>
<p>01. <b>Kevin McPhee</b> &#8220;Your Side&#8221; Dubplate<br />
02. <b>Benjamin Damage &#038; Doc Daneeka</b> &#8220;Infamous&#8221; 50 Weapons<br />
03. <b>Seafloor</b> &#8220;Bouse&#8221; Dubplate<br />
04. <b>Braille</b> &#8220;Riverbed&#8221; forthcoming Hotflush<br />
05. <b>Sepalcure</b> &#8220;Your Love (Braille Needs It Remix)&#8221; Dubplate<br />
06. <b>Krystal Klear</b> &#8220;We&#8217;re Wrong&#8221; Dubplate<br />
07. <b>Machinedrum</b> &#8220;DDD&#8221; forthcoming Lucky Me<br />
08. <b>Darling Farah</b> &#8220;Grace&#8221; Dubplate<br />
09. <b>Unknown Artist</b> &#8220;Unknown Track&#8221; Dubplate<br />
10. <b>Julio Bashmore</b> &#8220;Batty Knee Dance&#8221; 3024<br />
11. <b>Jack Dixon</b> &#8220;By My Side&#8221; Brownswood Electric<br />
12. <b>Braille</b> &#8220;A Meaning&#8221; forthcoming Hotflush<br />
13. <b>Gugu</b> &#8220;Rockabyebaby&#8221; DVA<br />
14. <b>Addison Groove</b> &#8220;Make Um Bounce&#8221; Tectonic<br />
15. <b>Rainbow Arabia</b> &#8220;Blind (Salva Remix)&#8221; Dubplate<br />
16. <b>Obey City</b> &#8220;Snickers&#8221; Dubplate<br />
17. <b>Roska</b> &#8220;Abrupt&#8221; Hotflush<br />
18. <b>Virgo</b> &#8220;Going Through Life&#8221; Rush Hour<br />
19. <b>Braille</b> &#8220;The Year 3000&#8243; Rush Hour<br />
20. <b>Unknown Artist</b> &#8220;Unknown Track&#8221; Dubplate</p>

<p><a href="http://www.tranquera.org/media/braille_hotflush_mix.mp3" title="Braille Hotflush Mix" target="_blank"><b>Download</b></a> (Right-click &#038; Save As)</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_braille03.jpg" title="Braille consegue alcançar resultados peculiares" alt="Braille" width="450" height="210"></p>
<h3>Contra as tendências atuais</h3>
<p>O EP <b>A Meaning</b> chega agora pelo Hotflush – por onde saíram também os dois EPs do Sepalcure – e traz a mesma linha de Soulful House com pitadas de Funky vista no seu primeiro single. O processamento de vocais vai contra as <b>tendências</b> da Bass Music atual, dando preferência a samples mais cheios e completos, que respiram e reverberam nas <b>paisagens sonoras</b> de Sharma. É música espacial, rebuscada nos detalhes e perfeita para ouvir nos fones.</p>
<p><object width="450" height="81"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F21648633&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=ff0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed allowscriptaccess="always" width="450" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F21648633&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;color=ff0099" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object></p>
<h3>Resultados peculiares</h3>
<p>Essa mistura tem gerado resultados <b>peculiares</b>, diferenciando o Braille de praticamente tudo que é produzido hoje. O fato do EP sair pelo Hotflush é mais uma prova do tato de Paul Rose para as novidades <b>relevantes</b> da eletrônica.</p>
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		<title>Tranquera vs. Stepahead</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 11:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dani Sampaio, festeira de carteirinha, explica a diferença entre Tranquera e Stepahead. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_tranquera_stepahead01.jpg" title="Henrique Teixeira e Dani Sampaio" alt="Henrique Teixeira e Dani Sampaio" width="450" height="210"></p>
<p><i>Nada como um <b>depoimento</b> baseado em uma <b>experiência real</b>. Confira o texto de Dani Sampaio, festeira de <b>carteirinha</b>, sobre a Stepahead, mais nova noite do DJ residente Bruno Belluomini, à frente da plataforma Tranquera.org, no Vegas Club.</i></p>
<p>por <b>Dani Sampaio</b></p>
<p>Sair aos <b>sábados</b> é um desafio. Estava curiosa e nem a chuva me fez desistir. Havia um lugar, boa companhia e um <b>ótimo motivo</b>: conhecer a festa <b>Stepahead</b>.</p>
<p>A <b>referência</b> era boa e os nomes também, porém, não era sexta-feira, a proposta era outra e <b>mal sabia o que esperar</b>. As comparações rondaram minha cabeça até chegar ao porão e a música me abraçar. <b>Me surpreendi com o que encontrei</b>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_tranquera_stepahead02.jpg" title="Tranquera é pedrada na janela" alt="Tranquera" width="450" height="210"></p>
<h3>Tranquera</h3>
<p>Tranquera tem cara, nome e sobrenome. Desde a primeira vez, você já é parte daquilo e se torna um de nós, com direito a uniforme e <b>música preferida</b>, onde ninguém passa sem que seja notado – ou clicado –, caso Ariel Martini esteja por perto. <b>Tranquera é pedrada na janela</b>, é disputar um lugar perto do vidro trincado de outras edições enquanto o coral de &#8220;In For The Kill&#8221; precisa de ar com o &#8220;menino magnético&#8221; e não vai embora antes do &#8220;Ice Cream&#8221; do desbocado Borgore.</p>
<p>Dá trabalho, é pesada e ainda zela pela sua segurança pedindo a gentileza de levar um <b>capacete</b> ou qualquer outro tipo de proteção. Sem dúvida, Tranquera é a mais democrática das festas que me lembro: o microfone fica na sua mão e a única regra é não se arrepender.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_tranquera_stepahead03.jpg" title="Stepahead te convida a descobrir sensações" alt="Stepahead" width="450" height="210"></p>
<h3>Stepahead</h3>
<p><b>Stepahead te convida a descobrir sensações</b>, é madura e te prende de uma maneira que nada te impede de parar. O corpo bloqueia qualquer tipo de pensamento e sua pulsação se perde nas batidas que assustam os desavisados que procuram apenas mais uma baladinha no sábado. Tem fôlego e <b>densidade</b>, nada de muitas cores ou apelo. Jogue – literalmente – nas mãos daqueles que, tão providos de experiência e habilidade, te fazem crer que já nasceram fazendo isso.</p>
<p>Como disse Henrique Teixeira, talvez leve tempo até que a galera abrace uma festa no sábado. Não sei quanto aos outros três ou quatro sábados do mês, mas num deles, meu destino é certo. Vou me permitir experimentar muito mais dessa festa que mudou minha vontade de ficar em casa por já estar desiludida de opções e conformada que balada boa sempre acontece na quinta-feira ou na sexta-feira.</p>
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		<title>Sully lança seu primeiro álbum</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/24/sully-lanca-seu-primeiro-album/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 11:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Produções do artista saem pelo Keysound Recordings, de Martin Clark. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_sully01.png" title="Sully lança primeiro álbum" width="450" height="210"></p>
<p><i>Um dos <b>melhores</b> e <b>menos conhecidos</b> artistas da cena Bass do Reino Unido tem álbum debut previsto pelo <b>Keysound Recordings</b>, de Martin Clark. Saiba mais.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Conhecido por poucos, mas extremamente respeitado no <b>underground</b> britânico, <b>Sully</b> optou por se manter <b>longe dos holofotes</b> ao longo da sua <b>sólida carreira</b>. Carriers é seu <b>primeiro álbum</b>, mas vem precedido de uma série de ótimos singles, que, ao serem analisados sob uma perspectiva sonora atual, soam <b>precursores</b> de muito do que está em alta hoje. Sully é um grande <b>visionário</b> da nova Bass Culture.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_sully02.png" title="Álbum traz tendências sonoras recentes" width="450" height="210"></p>
<h3>Álbum traz tendências sonoras recentes</h3>
<p>Já faz alguns anos que Sully vem <b>experimentando</b> fusões dos principais gêneros da cultura do grave britânica, sempre agregando características 2-Step, Garage, <b>Dubstep</b> e Hardcore. O álbum <b>Carriers</b> não deixa de incorporar fenômenos mais recentes, como o Funky, o Purple Bass e, saindo um pouco da esfera do Reino Unido, o <b>Juke</b> americano – que domina por completo a segunda metade do álbum.</p>
<h3>Interesse em sons menos óbvios</h3>
<p>Os últimos lançamentos de Sully já sinalizavam seu interesse pelos sons <b>menos convencionais</b>. A faixa <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lxqhSrkZhOo" title="Ouça In Some Pattern no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;In Some Pattern&#8221;</b></a>, lançada em 2010 e agora resgatada no disco, é inundada pelos sintetizadores Purple, e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xk119BoM-V4" title="Ouça Toffee Apple no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Toffee Apple&#8221;</b></a>, single lançado em 2011, é torta e grave à melhor maneira do Street Bass. <b>Sully descarta o óbvio</b>.</p>
<h3>Música dançante, emotiva e exemplar</h3>
<p>O que coloca Sully num patamar <b>acima da maioria</b> é a capacidade de fazer música dançante e emotiva, mantendo altos valores de produção. Exemplos não faltam no álbum: <b>&#8220;2 Hearts&#8221;</b> e seu swing Garage aliado à progressão de arpejos matadora, a pegada Electro sombria de <b>&#8220;Let You Know&#8221;</b>, tão próxima do que Boddika e Convex têm feito, e até o Juke ganha colorações mais quentes nas mãos do produtor.</p>
<p>Sua decisão de investir no Juke de <b>Chicago</b> pode parecer interesse gratuito no que está em alta, mas é só pensarmos na carga emocional e na relação do gênero com a dança para concluirmos que <b>Sully permanece na sua área</b>. Entretanto, sua abordagem não conserva nada da agressividade característica do gênero. No lugar dela, a <b>melancolia</b> – que aprendemos a amar em nomes como Burial e Zomby, dois artistas que também trabalham majestosamente na junção do corpo e da alma.</p>
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		<title>Kingdom inaugura o Fade To Mind</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/22/kingdom-inaugura-o-fade-to-mind/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 11:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Selo irmão do Night Slugs lança catálogo para a nova Bass Culture nos EUA. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_fade_to_mind01.jpg" title="Kingdom inaugura o Fade To Mind" alt="Fade To Mind" width="450" height="210"></p>
<p><i>Selo irmão do <b>Night Slugs</b> lança catálogo para a nova <b>Bass Culture</b> nos EUA.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>A parceria entre Ezra Rubin, o <b>Kingdom</b>, e o selo Night Slugs tem dado muito certo. O produtor encontrou em Bok Bok – um dos donos do catálogo – um <b>parceiro</b> tão interessado quanto ele em todo tipo de <b>música urbana</b>. Prova disso é que seu inusitado <a href="http://www.youtube.com/watch?v=m9_RbQTxZq4" title="Ouça o mashup de Kingdom no Youtube" target="_blank"><b>mashup</b></a> de <b>Girl Unit</b> com Ciara acabou virando um white label recente.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_fade_to_mind02.jpg" title="Fade To Mind: música, artes visuais e street wear" alt="Fade To Mind" width="450" height="210"></p>
<h3>Música, artes visuais e street wear</h3>
<p>No início do segundo semestre de 2011, o criador da bombástica <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XsqNfyFXJTc" title="Ouça Mind Reader no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Mind Reader&#8221;</b></a> inaugurou o <b>Fade To Mind</b>, novo selo cuja <b>identidade visual</b> já entrega sua relação direta com o catálogo britânico. Além da música, o Fade To Mind terá projetos que envolvem as áreas de artes visuais, vídeo e street wear.</p>
<p><object height="300" width="450"><param name="movie" value="http://www.mixcloud.com/media/swf/player/mixcloudLoader.swf?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fokini%2Foki-ni-presents-fadetomind-by-kingdom%2F&amp;embed_uuid=4b4143f4-e5dd-4f15-8364-a50c78e337cd&amp;embed_type=widget_standard"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="wmode" value="opaque"><param name="allowscriptaccess" value="always"><embed src="http://www.mixcloud.com/media/swf/player/mixcloudLoader.swf?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fokini%2Foki-ni-presents-fadetomind-by-kingdom%2F&amp;embed_uuid=4b4143f4-e5dd-4f15-8364-a50c78e337cd&amp;embed_type=widget_standard" type="application/x-shockwave-flash" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="300" width="450"></object></p>
<h3>Abordagem nada conservadora</h3>
<p>O primeiro lançamento do Fade To Mind ficou a cargo da dupla <b>Nguzunguzu</b>, de Los Angeles, Califórnia, conhecida na cena por conta de seus remixes e mixtapes. O EP <b>Timesup</b> exemplifica muito bem a <b>abordagem nada conservadora</b> que esse time de novos produtores tem da música feita para pista: basslines carregados de grave, <b>samples improváveis</b> – gotas d&#8217;água, facas, chicotes –, e um grande leque de referências sonoras que vão do Dubstep ao Hip Hop.</p>
<p>O interesse do Fade to Mind em <b>sons novos</b> é confirmado pelos outros produtores já ligados ao selo, entre eles <b>Cedaa</b> – que tem produzido um tipo de <b>Juke</b> altamente melódico –, e o <b>DJ Mike Q</b>, autêntico representante do <b>Ballroom</b> ou <b>Vogue</b>, cena forte no underground americano que já ganhou destaque nas páginas da XLR8R e pode explodir a qualquer momento.</p>
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		<title>Distal está chegando</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/19/distal-esta-chegando/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 11:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Produtor americano lança single promissor no Tectonic. Conheça o 12" do artista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_distal01.jpg" title="Distal está chegando" alt="Distal" width="450" height="210"></p>
<p><i>Produtor americano lança <b>single promissor</b> no Tectonic. Conheça o 12&#8243; do artista.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p><b>Distal</b>, pseudônimo de <b>Michael Rathburn</b>, de Atlanta, EUA, ainda não é um nome muito conhecido, mas isso pode mudar em breve. Até agora, suas faixas só saíram por selos pouco expressivos – como o Fortified Audio, ou seu próprio Embassy Recordings. Agora ele estréia no <b>Tectonic</b> de Pinch e isso promete dar o que falar.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_distal02.jpg" title="Distal consegue dialogar com as tendências da nova Bass Culture" alt="Distal" width="450" height="210"></p>
<h3>Diálogo com novas tendências</h3>
<p>As produções de Rathburn <b>dialogam</b> com muitas das <b>tendências</b> da nova Bass Culture. Seu EP <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sKlMVyiavVE" title="Ouça a faixa Android Tourism no Youtube" target="_blank"><b>Android Tourism</b></a> tem ecos do <b>House</b> ensolarado do <b>Lone</b> e do <b>Funky</b> &#8220;deep&#8221; do <b>Doc Daneeka</b>. Já no single <a href="http://www.youtube.com/watch?v=dW-HgAytLJM" title="Ouça a faixa Apple Bottom no Youtube" target="_blank"><b>Apple Bottom</b></a>, Distal foca primeiro na construção do ritmo e da bassline, para depois <b>surpreender</b> com a inserção de um piano desarmante – remetendo ao trabalho de David Kennedy como <b>Ramadanman</b>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_distal03.jpg" title="Agora Distal tem um single no Tectonic" alt="Distal" width="450" height="210"></p>
<h3>Single 12&#8243; no Tectonic</h3>
<p>Em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=G2FdldOFCWE" title="Ouça Angry Acid no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Angry Acid&#8221;</b></a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=pXXy74zhp6g" title="Ouça French Science no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;French Science&#8221;</b></a>, que chegam via Tectonic, a coisa fica mais séria. O lado A se aproxima do <b>Hard Techno</b> grave e hipnotizante do <b>Surgeon</b>, com uma dose cavalar de Acid. Do outro lado, a Bass Music americana vem à tona numa mistura de <b>Juke</b> e <b>R&#038;B</b>, criando um clima bem mais calmo e sensual.</p>
<p>É nesse single pelo Tectonic que Distal mostra suas produções mais originais até o momento, e, consequentemente, começa a criar sua própria identidade sonora.</p>
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		<title>Conheça a Boiler Room</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/17/conheca-a-boiler-room/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 11:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Mixtapes]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma solução criativa para a disseminação da nova Bass Culture. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_boiler_room01.jpg" title="Conheça a Boiler Room" alt="Boiler Room" width="450" height="210"></p>
<p><i>Uma <b>solução criativa</b> para a disseminação da nova <b>Bass Culture</b>. Saiba mais.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>A <b>Boiler Room</b> nasceu em 2010 através da revista virtual londrina Platform. A idéia era fazer uma noite semanal com DJs e lives, que fosse <b>transmitida ao vivo</b> pela internet toda terça à noite – o que acontece ainda hoje, religiosamente, e os sets também ficam disponíveis para ver e ouvir depois.</p>
<h3>Live streaming: de Londres para o mundo</h3>
<p>No início, as reuniões aconteciam no QG da revista, um lugar <b>secreto e pequeno</b> em Londres, em clima de house party. O projeto cresceu, ganhou site independente e agora, além de contar com um <b>galpão bem maior</b> para as festas, também faz <b>streaming</b> de apresentações em festivais no mundo todo. Diretamente do <b>SXSW</b>, no Texas, transmitiu um especial do selo Young Turks, e do <b>Sonar</b>, em Barcelona, nos deu acesso ao palco Sonar Dome, que teve curadoria da RBMA.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_boiler_room02.jpg" title="Loefah na Boiler Room" alt="Loefah" width="450" height="210"></p>
<h3>A preferência é a nova Bass Culture</h3>
<p>Os artistas <b>preferidos</b> da Boiler Room são ligados à nova <b>Bass Culture</b>. <a href="http://www.tranquera.org/2011/06/06/as-faces-da-nova-bass-culture" title="Saiba mais sobre Oneman" target="_blank"><b>Oneman</b></a>, um dos melhores DJs do underground britânico hoje, é um convidado recorrente. Produtores e donos de selos <b>importantes</b> sempre estão por lá, incluindo <a href="http://www.tranquera.org/2011/02/22/pinch-vinyl-dubplate-mix" title="Ouça o Vinyl &#038; Dubplate Mix do Pinch" target="_blank"><b>Pinch</b></a>, Loefah, Jackmaster e o pessoal do <a href="http://www.tranquera.org/2011/06/08/os-selos-do-momento" title="Night Slugs e os selos do momento" target="_blank"><b>Night Slugs</b></a>, Hotflush e Hessle Audio. Os lives de Redinho, Mount Kimbie e Falty DL também já passaram pela Boiler Room – que tem recebido até bandas, como foi o caso do Little Dragon.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/20300197?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ff0099" width="450" height="300" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Muitos são os fatores que contribuem para o sucesso desse empreendimento e é claro que a transmissão ao vivo em <b>vídeo</b> é um deles. Por mais que a noite seja num lugar não divulgado e aberto apenas para convidados, o stream livre de custos das performances de <b>artistas novos</b> e relevantes coloca a Boiler Room no patamar da <a href="http://www.tranquera.org/2011/06/21/a-rinse-fm-e-seu-legado" title="Saiba mais sobre a Rinse" target="_blank"><b>Rinse</b></a> – principalmente se pensarmos nas atuais restrições regionais às quais estão sujeitos alguns conteúdos da rede, impostas por questões de direitos autorais. Impossível não ser grato e deixar de acompanhar esse trabalho importantíssimo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O melhor do Tectonic</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/11/o-melhor-do-tectonic/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 11:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Mixtapes]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo projeto é um bom caminho para quem ainda não conhece a história do selo. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_best_of_tectonic_01.jpg" title="O melhor do Tectonic" alt="Best Of Tectonic" width="450" height="210"></p>
<p><i>Selo de Pinch lança <b>compilação extensa</b>, mas sem novidades. Saiba mais.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>O <b>Tectonic</b> é uma das <b>maiores entidades</b> do <a target="_blank" title="Conheça a história do Dubstep" href="http://www.tranquera.org/dubstep"><b>Dubstep</b></a>, além de ser o selo mais importante do Multiverse, empreendimento musical de <a target="_blank" title="Ouça o mix Vinyl &#038; Dubplate do Pinch" href="http://www.tranquera.org/2011/02/22/pinch-vinyl-dubplate-mix"><b>Pinch</b></a> e <b>Ginz</b> que contempla artistas da cidade de <a href="http://vimeo.com/26000970" title="Veja o doc Real Scenes sobre a cena musical de Bristol" target="_blank"><b>Bristol</b></a>, Reino Unido. Outros catálogos ligados a esse grupo são o <a href="http://www.tranquera.org/2011/07/19/benga-no-kapsize" title="Ouça o disco de Benga no Kapsize" target="_blank"><b>Kapsize</b></a>, do <b>Joker</b>, e o <a target="_blank" title="Conheça o Build de Baobinga" href="http://www.tranquera.org/2011/01/29/baobinga-hyetal-build-vinyl"><b>Build</b></a>, do <b>Baobinga</b>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_best_of_tectonic_02.jpg" title="Best Of Tectonic é um bom caminho para iniciantes" alt="Best Of Tectonic" width="450" height="210"></p>
<h3>Retrospectiva Dubstep</h3>
<p>Mesmo depois de ter lançado dois volumes do <b>Tectonic Plates</b> – compilação que também contava com um CD mixado, o primeiro em 2006 e o segundo em 2009 –, Pinch recomeça o trabalho <b>retrospectivo</b> com dois &#8220;pacotes&#8221; que contam a história do selo através de faixas que abordam praticamente tudo que saiu pelo catálogo.</p>
<h3>Disponível em formato digital</h3>
<p>Apesar de faixas seminais como <b>&#8220;28 Grams&#8221;</b> do Loefah e do Skream, <b>&#8220;Channel Two&#8221;</b> do 2562 e <b>&#8220;Yet&#8221;</b> do Martyn, a seleção não traz nenhuma novidade, o que é frustrante vindo de um selo que recentemente tem inovado, dando espaço para produções de <b>Addison Groove</b> e <b>Illum Sphere</b>, artistas trabalhando fora ou nos limites da esfera Dubstep. Talvez por essa falta de novidades, os dois volumes de <b>Best Of Tectonic</b> só estão disponíveis em MP3 e FLAC.</p>
<h3>Seleção para iniciantes</h3>
<p>É difícil imaginar o propósito maior dessa compilação, principalmente num momento em que temos <b>Hotflush</b> e <b>Hessle Audio</b> lançando retrospectivas mais <b>seletivas</b> e cheias de <b>faixas inéditas</b>. Ainda assim, o selo <b>permanece relevante</b> e esse novo projeto é um bom caminho para quem ainda não conhece sua história.</p>
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		<title>Jam City lança segundo EP pelo Night Slugs</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/09/jam-city-lanca-segundo-ep-pelo-night-slugs/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 11:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mistura tem House Music carregada com basslines graves e Grime instrumental. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_jam_city.jpg" title="Jam City lança segundo EP pelo Night Slugs" alt="Jam City" width="450" height="210"></p>
<p><i>Uma das maiores <b>revelações</b> de 2010 continua fazendo interessante <b>mistura</b> entre <b>House Music</b> carregada com <b>basslines graves</b> e Grime instrumental. Saiba mais.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>O produtor <b>Jam City</b> já era um nome quente no underground britânico antes mesmo de ter qualquer faixa lançada oficialmente, em grande parte graças ao <b>Lower End Spasm Mix</b>, que serviu como <b>showcase</b> de suas produções. Não tardou para que fosse apontado como uma das grandes promessas da nova <b>House Music</b> britânica.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_jam_city_a.png" title="Jam City Lower End Spasm Mix" alt="Jam City Lower End Spasm Mix" width="450" height="210"></p>
<h3>Jam City Lower End Spasm Mix</h3>
<p><i>Studio mix, September 2009</i></p>
<p>01. <b>Intro</b><br />
02. <b>Quentin Harris</b> &#8220;My Joy (Viggs Afrodesian Mix)&#8221;<br />
03. <b>DJ Sdoko</b> &#8220;World On Fire&#8221;<br />
04. <b>Jam City</b> &#8220;Funked Out&#8221;<br />
05. <b>DJ Sdoko feat. Mthoko</b> &#8220;Wesjomza&#8221;<br />
06. <b>Temza M&#8217;remb&#8217;l</b> &#8220;Eclipse&#8221;<br />
07. <b>Jam City</b> &#8220;Clocktower&#8221;<br />
08. <b>DJ Twitty</b> &#8220;Sweet Dance&#8221;<br />
09. <b>Jam City</b> &#8220;In The Park&#8221;<br />
10. <b>Kingdom</b> &#8220;Joshua Juke&#8221;<br />
11. <b>DJ Deeon</b> &#8220;Let Me Bang (Jam City Refix)&#8221;<br />
12. <b>Jam City</b> &#8220;Szabo&#8221;<br />
13. <b>Jam City</b> &#8220;Island&#8221;<br />
14. <b>Dam Funk</b> &#8220;Searchin&#8217; For Funks Future (Jam City Edit)&#8221;</p>

<p><a href="http://www.tranquera.org/media/jam_city_lower_end_spasm_mix.mp3" title="Jam City Lower End Spasm Mix" target="_blank"><b>Download</b></a> (Right-click &#038; Save As)</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_jam_city_b.png" title="Waterworx" alt="Waterworx" width="450" height="210"></p>
<h3>Waterworx</h3>
<p>Para aumentar o barulho em torno do artista, o selo <b>Night Slugs</b> soltou em 2010 um 12&#8243; <b>white label</b> limitado com três &#8220;refixes&#8221; matadores assinados por ele. No fim daquele ano saiu pelo mesmo selo seu <b>debut oficial</b>: o EP Magic Drops trouxe três faixas que seguiam a linha do Grime instrumental. Agora é a vez do <b>Waterworx</b>, seu EP mais longo até o momento, contendo cinco faixas. Ouça o preview abaixo.</p>
<p><object height="180" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F888609&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;show_playcount=false&amp;show_artwork=true&amp;color=ff0099"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="180" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F888609&amp;show_comments=false&amp;auto_play=false&amp;show_playcount=false&amp;show_artwork=true&amp;color=ff0099" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object></p>
<p>A faixa &#8220;Aqua Box&#8221; abre o EP com glória, uma produção com DNA House, mas carregadíssima nos <b>basslines</b> e nos <b>sintetizadores</b>. Sua &#8220;Countess&#8221; vem em seguida, estranha e precisa, com batidas quebradas e pedaços de vocais em pitch alto, além de uma <b>tensão crescente</b> que nunca alivia. Já &#8220;Islands&#8221; é o momento em que o EP mais se aproxima do Grime instrumental, e se encontra <b>atualizadíssima</b>, apesar de ser uma das músicas mais antigas produzidas pelo artista.</p>
<p>Os dois últimos sons voltam ao House <b>inventivo</b> que é marca da crew Night Slugs. &#8220;Barely A Trak&#8221; é um exemplo e tanto da liberdade de abordagem do produtor, que coloca a faixa em <b>reverse</b> durante seus dois últimos minutos e insere camadas de sintetizadores sobrenaturais, transformando totalmente uma produção que parecia pronta para as pistas. &#8220;Waterfalls&#8221; termina o EP com <b>leveza</b>, uma composição para enxugar o suor e se sentir bem ao final dessa audição surpreendente.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Falty DL não para</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 11:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Interviews]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a entrevista exclusiva que o Tranquera fez com o artista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_faltydl01.jpg" title="Falty DL não para" alt="Falty DL"></p>
<p><i>Nova-iorquino chega na metade do ano com um <b>álbum excelente</b> e lançamentos em <b>selos de peso</b>. Confira a entrevista exclusiva que fizemos com ele.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p><b>Andrew Lustman</b> entrou para o radar da imprensa musical em 2009, quando saíram, pelo <b>Planet Mu</b>, o EP <b>Bravery</b> e seu primeiro álbum <b>Love Is A Liability</b> – ambos altamente influenciados pelo <b>Garage</b>. Depois disso, chegou a lançar em selos como <b>Tempa</b>, Ramp, Rush Hour e 50 Weapons.</p>
<p>Lustman abriu 2011 com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=tqcraLo-vfo" title="Ouça Hip Love no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Hip Love&#8221;</b></a>, <b>uma de suas melhores faixas até hoje</b>, seguida por mais um álbum pelo Planet Mu e dois ótimos singles, sendo um deles o <b>Breakbeat</b> jazzístico de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qQtsDeBvfJ4" title="Ouça Mean Streets no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Mean Streets Part One&#8221;</b></a>, lançado pelo <b>Swamp 81</b>.</p>
<p><b>You Stand Uncertain</b> é um dos <b>álbuns mais interessantes do ano</b>, com referências que vão do <b>clima raver</b> e IDM dos anos 90 – como na super frenética <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Qg16TPBbtMw" title="Ouça Lucky Luciano no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Lucky Luciano&#8221;</b></a> – ao <b>House</b> lento e espacial de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xF3gIMw_HWg" title="Ouça Voyager no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Voyager&#8221;</b></a>. Um disco com um <b>raro senso de completude</b> e apreciável mesmo sem tanta atenção a tais detalhes.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_faltydl02.jpg" title="Andrew Lustman não descansa" alt="Falty DL New York"></p>
<p><b>Percebemos que você não descansa muito. No que está trabalhando agora?</b></p>
<p><i>Sempre estou trabalhando em música. Geralmente tenho cinco ou seis faixas em aberto a qualquer hora. Posso não trabalhar numa delas por alguns dias, mas ela continua me encarando. Isso ajuda a me manter produtivo. Tendo dito isso, provavelmente tenho um álbum para o ano que vem e alguns singles.</i></p>
<p><b>Como tem sido a recepção do You Stand Uncertain?</b></p>
<p><i>Tem sido ótima. A reação da imprensa foi maravilhosa quando ele saiu, há alguns meses. Desde então tem esfriado um pouco, o que já é esperado.</i></p>
<p><b>Numa entrevista recente você falou sobre alguns álbuns e como Crooks &#038; Lovers, do Mount Kimbie e o homônimo de James Blake podem agradar a tantas pessoas diferentes. Você não acha que acontece o mesmo com você?</b></p>
<p><i>Concordo até certo ponto. Digo que esses dois álbuns me ajudaram demais. Pode ser que o meu trabalho ajude alguns discos de outros produtores a serem aceitos por um público maior. É difícil dizer, mas é sempre bom quando um ótimo disco eletrônico como Crooks &#038; Lovers consegue um grande público.</i></p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_faltydl03.jpg" title="You Stand Uncertain" alt="You Stand Uncertain"></p>
<p><b>Um dos pontos altos do álbum é a variedade de ritmos e tempos, como em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9HDg8BUJ1Bc" title="Ouça The Pacifist no Youtube" target="_blank">&#8220;The Pacifist&#8221;</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1QVesxf8IO4" title="Ouça Open Space no Youtube" target="_blank">&#8220;Open Space&#8221;</a>. Qual é sua rotina de trabalho nesse aspecto?</b></p>
<p><i>Não faço faixas pensando em como elas vão ficar. Fico muito entediado assim. Depois do meu primeiro LP, decidi que não gostaria de passar outro ano fazendo música entre 125 e 135 BPM. Isso é pensar limitado. Não é música para mim. É simplesmente fazer faixas. Quero fazer músicas. Não controlo exatamente para onde uma música vai. Uma faixa tem certas linhas a serem seguidas, como o tempo e o tom. Uma música pode ir para qualquer lugar. É trabalhar em território desconhecido. Ao menos assim espero.</i></p>
<p><b>Obviamente, adoraríamos saber a história por trás de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9OLpdNtbCqc" title="Ouça Brazil no Youtube" target="_blank">&#8220;Brazil&#8221;</a>.</b></p>
<p><i>Eu penso no Brasil quando ouço essa faixa. Nunca fui ao Brasil. Imagino que seja exuberante como essa música, mas talvez também tenha seus cantos obscuros. Preciso visitar o Brasil. Como essa música soa para vocês?</i></p>
<p><b>O que podemos esperar do Falty DL nos próximos meses?</b></p>
<p><i>Alguns EPs ainda sairão esse ano. Em breve vocês saberão.</i></p>
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		<title>Preferidos da casa remixam Radiohead</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/08/03/preferidos-da-casa-remixam-radiohead/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 11:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Álbum mais recente da banda conta com remixes de Jacques Greene, Lone, Pearson Sound, entre outros. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_radiohead_01.jpg" title="O Radiohead está de olho na nova Bass Culture" alt="Tom Yorke"></p>
<p><i>Banda escolhe a dedo artistas da nova Bass Culture para remixarem faixas de seu álbum mais recente – <b>Lone</b> e <b>Pearson Sound</b> estão entre eles. Saiba mais.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>O <b>Radiohead</b>, para a frustração de uns e deleite de outros, sempre foi uma banda inovadora. Em seu caminho para se tornar um dos <b>maiores nomes da música contemporânea</b>, se mantiveram <b>ligados</b> no que se produzia de melhor na eletrônica, assimilando muito bem esse tipo de <b>influência</b> no seu som.</p>
<p>Hoje não é diferente. No blog oficial deles, o Dead Air Space, Thom Yorke publica regularmente charts com suas faixas preferidas do momento, e, entre elas, já marcaram presença produções de <b>Untold</b>, <b>Deadboy</b> e <b>Ramadanman</b>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_radiohead_02.jpg" title="The King of Limbs Remixes" alt="The King of Limbs Remixes artwork"></p>
<h3>The King of Limbs Remixes</h3>
<p>A <b>visibilidade</b> ampla que um nome como o Radiohead tem pode ser <b>valiosa</b> para muitos artistas e, agora, muito além de apenas citar sons, a banda deu início ao <b>lançamento</b> de uma série de 12&#8243; com <b>remixes</b> das faixas do álbum The King of Limbs, assinados por produtores que já conhecemos muito bem por aqui.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" width="450" height="300" id="widget" align="middle"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="movie" value="http://www.xlrecordings.com/radioheadrmx/lone_four/rdh_rmx.swf" /><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><embed src="http://www.xlrecordings.com/radioheadrmx/lone_four/rdh_rmx.swf" quality="high" bgcolor="#ffffff" width="450" height="300" name="widget" align="middle" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="false" wmode="opaque" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer /"></object></p>
<p>No primeiro volume, <b>Jacques Greene</b> imprimiu seus tons doces e melancólicos em &#8220;Lotus Flower&#8221;. Em seguida, <b>Mark Pritchard</b> – que tem um dos melhores discos do ano com o projeto Africa Hitech – assinou duas versões da faixa &#8220;Bloom&#8221;. O terceiro e melhor volume até agora conta com remixes de ninguém menos que <b>Lone</b>, <b>Pearson Sound</b> e <b>Four Tet</b>. O quarto sairá com versões de <b>Illum Sphere</b> e <b>Shed</b>.</p>
<h3>Talento reconhecido</h3>
<p>Com <b>James Blake</b>, <b>Zomby</b> e <b>Joker</b> em grandes selos e gravadoras, além do sucesso explosivo mundial do <b>Magnetic Man</b>, esperamos que cada vez mais artistas ligados à cena tenham seu talento reconhecido.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>James Blake de volta ao Hemlock</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/07/29/james-blake-de-volta-ao-hemlock/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 11:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Mixtapes]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo single sai pelo selo que deu um empurrão na sua carreira. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_james_blake01.jpg" title="James Blake de volta ao Hemlock" alt="James Blake" width="450" height="210"></p>
<p><i>Novo single do fenômeno inglês sai pelo selo que deu um empurrão na sua carreira.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p><b>James Blake</b> se <b>destacou</b> de seus contemporâneos logo nas <b>primeiras faixas</b>. A tentativa de fazer <a href="http://www.tranquera.org/dubstep" title="Saiba o que é Dubstep" target="_blank"><b>Dubstep</b></a> pesado em <b>&#8220;Air &#038; Lack Thereof&#8221;</b> rendeu a assinatura com o <a href="http://www.tranquera.org/2008/12/21/untold" title="Ouça o guest mix exclusivo do Untold para o Tranquera" target="_blank"><b>Hemlock</b></a>, e seu remix de &#8220;Stop What You&#8217;re Doing&#8221;, do <a href="http://www.brunobelluomini.com/2011/03/10/untold" title="Conheça as faixas que não saem do case do Untold" target="_blank"><b>Untold</b></a>, também foi lançado pelo selo em 2009, recebido com <b>empolgação</b> por todo mundo que estava de olho nas <b>mudanças</b> que ocorriam àquela altura na cena Dubstep.</p>
<p>De lá para cá, Blake provou seu <b>talento</b> abordando de maneira totalmente particular suas <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OVjQhzz3boA" title="James Blake interpreta Digital Mystikz ao seu modo" target="_blank"><b>influências</b></a>, que vão do Garage ao Folk, e traduzindo-as em produções muito arrojadas e atuais. Seus EPs marcaram <b>definitivamente</b> o som de 2010, aprovados quase que <b>unanimamente</b> por artistas, críticos e ouvintes.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_james_blake02.jpg" title="James Blake para as massas" alt="James Blake live" width="450" height="210"></p>
<h3>O primeiro álbum</h3>
<p>No início de 2011 veio o <a href="http://www.tranquera.org/2011/02/04/james-blake-album" title="James Blake lança seu primeiro álbum" target="_blank"><b>primeiro álbum</b></a>, que, embora tenha sido lançado para um público bem maior – com clipe na MTV, por exemplo –, mostra uma <b>faceta mais frágil</b> do artista. Ninguém duvida que o jovem seja um ótimo produtor e um bom cantor, mas suas canções não têm <b>metade</b> da força de sua produção eletrônica.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_james_blake04.jpg" title="Order e Pan pelo Hemlock" alt="James Blake single artwork" width="450" height="210"></p>
<h3>Order e Pan</h3>
<p>Felizmente, Blake continua <b>variando</b> suas saídas, e acaba de lançar <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lvPYxyOTCSk" title="Ouça Order no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Order&#8221;</b></a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ssMlEGMI2_0" title="Ouça Pan no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Pan&#8221;</b></a>, <b>voltando</b> ao Hemlock de Untold. Impossível não pensar que essa seja uma jogada irônica, depois do bem-sucedido clima melancólico adocicado do álbum.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_james_blake03.jpg" title="Grave sinistro e ameaçador" alt="James Blake DJing" width="450" height="210"></p>
<h3>Grave sinistro e ameaçador</h3>
<p>Entretanto, apesar do retorno às suas influências Dubstep, o rapaz não se repete e manda duas faixas <b>sinistras</b>, ameaçadoras e <b>graves</b>, como nenhuma outra em sua discografia, trabalhando quase que exclusivamente com <b>baixo e bateria</b> – e praticamente sem nenhum vocal, a não ser um pequeno sample que aparece em &#8220;Order&#8221;. Assim ficamos mais tranquilos na espera por suas próximas produções.</p>
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		<title>Machinedrum lança álbum no Planet Mu</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/07/27/machinedrum-lanca-album-no-planet-mu/</link>
		<comments>http://www.tranquera.org/2011/07/27/machinedrum-lanca-album-no-planet-mu/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 11:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Produtor tem disco influenciado pelo Juke de Chicago. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_machinedrum_a.jpg" title="Machinedrum lança álbum no Planet Mu" alt="Machinedrum" width="450" height="210"></p>
<p><i>Produtor em <b>ótima forma</b> dá sequência aos bons EPs que já saíram em 2011 com disco influenciado pelo <b>Juke</b> de Chicago. Saiba mais.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Recentemente, percebemos um <b>diálogo bastante frutífero</b> entre selos e artistas preocupados em levar a música para frente, desenvolvendo as novas <b>tendências sonoras</b> que têm surgido nos últimos anos em locais como Londres e Chicago. O caso de Travis Stewart é um exemplo <b>bastante significativo</b> desse fenômeno.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_machinedrum_c.jpg" title="Travis Stewart foi influenciado por IDM, Hip Hop, Jungle e Ambient" alt="Travis Stewart" width="450" height="210"></p>
<h3>Lucky Me, Planet Mu e Hotflush</h3>
<p>Durante a maior parte da década passada, a produção de Stewart foi influenciada principalmente por <b>IDM</b>, <b>Hip Hop</b>, <b>Jungle</b> e <b>Ambient</b>. Em 2010, iniciou parcerias com os selos Lucky Me, de Glasgow, e Planet Mu, de Londres, lançando alguns EPs que demonstraram seu interesse por <b>novos rumos musicais</b>. Junto com Praveen Sharma – que produz sob o codinome <a href="http://www.brunobelluomini.com/2011/05/02/the-year-3000" title="Conheça o som do Braille" target="_blank"><b>Braille</b></a> –, deu início também ao projeto <a href="http://www.tranquera.org/2011/01/29/fleur-ep-sepalcure-hotflush-vinyl" title="Ouça as produções do Sepalcure" target="_blank"><b>Sepalcure</b></a>, que já conta com dois 12&#8243; no Hotflush.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_machinedrum_b.jpg" title="Room(s) e o Juke de Chicago" alt="Room(s) artwork" width="450" height="210"></p>
<h3>Room(s) e o Juke de Chicago</h3>
<p><b>Room(s)</b> é o nono álbum de Stewart como <b>Machinedrum</b> e acaba de sair pelo Planet Mu, selo responsável por apresentar o <b>Juke</b> de Chicago ao mundo. A <b>influência</b> desse som em Room(s) está principalmente nos <b>tempos acelerados</b>, <b>vocais picotados</b> e – em &#8220;The Statue&#8221; e &#8220;Door(s)&#8221; – nos <b>padrões de bateria</b>.</p>
<p><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" src="http://hypem.com/soundcloud-embed.php?&#038;size=big&#038;set=planetmurecords%2Fsets%2Fmachinedrum-room-s-hype-1%2Fs-SkI9a" style="width:450px; height:234px;"></iframe></p>
<h3>Melodia explícita</h3>
<p><b>Baterias intrincadas</b> e <b>basslines poderosos</b> marcam presença no álbum inteiro e é difícil pensar em algum produtor hoje trabalhando com <b>vocais</b> tão bem como Stewart. Momentos de <b>contorções sublimes</b> como &#8220;She Died There&#8221; se alternam com o <b>senso pop</b> de &#8220;Sacred Frequency&#8221; e &#8220;U Don&#8217;t Survive&#8221;, denunciando o grande apuro melódico do produtor.</p>
<h3>Camadas e texturas sonoras</h3>
<p>Stewart também mostra um ótimo trabalho com <b>camadas e texturas</b>, e talvez por isso Room(s) não seja tanto um álbum para pistas – mas isso não o impede de se inserir entre as melhores produções da <b>Bass Music</b> recente.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A volta de Photek</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/07/25/a-volta-de-photek/</link>
		<comments>http://www.tranquera.org/2011/07/25/a-volta-de-photek/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 11:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[Features]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Artista promete muitas novidades para 2011. A mais recente delas saiu pelo Tectonic. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_photek_a.jpg" title="A volta de Photek" alt="Photek" width="450" height="210"></p>
<p><i>Um dos maiores nomes do Drum&#8217;n'bass promete muitas novidades para 2011. A mais recente delas saiu pelo <b>Tectonic</b> – com direito a remix do <b>Pinch</b>. Conheça.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p>Rupert Parkes é um produtor muito à frente do seu tempo. Na ativa desde o início dos <b>anos 90</b>, uma época em que a música era fácil de ser <b>classificada</b>, o artista sempre buscou <b>experimentar</b> diversos gêneros sonoros e a fusão entre eles.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_photek_b.jpg" title="Arte dos EPs Avalanche e Aviator" alt="Photek release artwork" width="450" height="210"></p>
<h3>Avalanche e Aviator</h3>
<p>Em 2007, Photek lançou seu quarto álbum, <b>Form &#038; Function Volume 2</b>, e desde então vinha se dedicando a outros projetos, como trilhas sonoras para cinema e televisão. No início de 2011, retornou com o lançamento do EP <a href="http://www.tranquera.org/2011/03/02/photek-dubstep" title="Ouça o Avalanche EP" target="_blank"><b>Avalanche</b></a>, no qual revela sua nova faceta <b>Dubstep</b>. O EP <b>Aviator</b> veio em seguida, confirmando a intenção de Parkes em inserir mais <b>produções graves</b> em sua discografia.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_photek_c.jpg" title="Arte do single Closer" alt="Photek single" width="450" height="210"></p>
<h3>Closer sai pelo Tectonic de Pinch</h3>
<p>O melhor momento dessa nova empreitada é o single <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hoYt-lSaWNA" title="Ouça Closer no Youtube" target="_blank"><b>Closer</b></a>, lançado no início de julho. A faixa não é <b>exatamente</b> Dubstep, mas o <b>Reese Bass</b> dela nos seus 120 BPM resultam numa <b>atmosfera grave</b> bastante atual. No <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WWEf5-_ispw" title="Ouça o remix de Pinch para Closer" target="_blank"><b>remix</b></a>, <a href="http://www.tranquera.org/2011/06/22/pinch-lanca-single-no-deep-medi" title="Pinch no Deep Medi" target="_blank"><b>Pinch</b></a> adiciona 20 BPM, basslines de Dubstep e bateria de <b>Garage</b>, transformando a faixa totalmente.</p>
<h3>Momento de romper amarras</h3>
<p>A experiência de Closer é muito <b>bem-vinda</b> e mostra que Photek pode <b>aproveitar</b> bastante esse <b>momento</b> em que os melhores produtores são os que <b>rompem</b> as <b>amarras</b> dos gêneros – algo bem diferente do que fazem <a href="http://www.tranquera.org/2011/06/13/dubstep-vs-pop" title="O Dubstep e o pop" target="_blank"><b>Skrillex</b></a> e similares.</p>
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		<title>Ras G volta com Down 2 Earth</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/07/21/ras-g-volta-com-down-2-earth/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 11:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça o novo álbum de um dos principais beatmakers contemporâneos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_ras_g01.jpg" title="Ras G volta com Down 2 Earth" alt="Ras G profile" width="450" height="210"></p>
<p><i>Novo álbum de um dos principais <b>beatmakers</b> contemporâneos sai pelo <b>Ramp</b>.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p><b>Los Angeles</b> é, atualmente, o principal centro das <b>batidas experimentais</b>. A cidade da costa oeste dos EUA é casa de artistas como <a href="http://www.tranquera.org/2010/01/28/warp-20-rustie-flying-lotus-live-act-mixes-download" title="Ouça Flying Lotus na festa de 20 anos do selo Warp" target="_blank"><b>Flying Lotus</b></a>, Samiyam e Ras G, nomes ligados ao <b>Brainfeeder</b>, um dos selos mais relevantes dos últimos anos, que conta com uma legião de seguidores ao redor do mundo, entre eles o <a href="http://www.brunobelluomini.com/2011/03/24/black-sun" title="Kode 9 e os beatmakers de LA" target="_blank"><b>Kode 9</b></a>.</p>
<h3>Glitch, Dub e Psych Funk</h3>
<p><b>Ras G</b> se destaca de seus colegas, principalmente pela <b>liberdade</b> com que mistura suas fontes de <b>inspiração</b>. Em <b>Down 2 Earth</b>, o universo sonoro do álbum engloba Glitch, Soul, Dub, Psych Funk, música oriental, e claro, <b>J Dilla</b>, o maior herói dessa geração de beatmakers.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_ras_g02.jpg" title="Ras G diggin' in LA" alt="Ras G digging records" width="450" height="210"></p>
<h3>Unidade estética</h3>
<p>São 21 faixas que não passam de <b>dois minutos e meio</b>, cada uma surgindo como o <b>assalto</b> de uma idéia completamente nova. Do Dub da introdução, passamos ao loop Soul de &#8220;Hey Baby!!!&#8221;, depois à <b>gravíssima</b> &#8220;Diiirrrttty&#8221;, à psicodelia de &#8220;Shrooms&#8221; e, então, à declaração de &#8220;I Love The 90s Hip Hop&#8221;. Com isso, a paleta que Ras G trabalha durante todo o álbum já nos foi apresentada, e é variando dentro dela que Down 2 Earth encontra sua unidade estética.</p>
<h3>Ghetto Sci Fi</h3>
<p><b>Ras G</b> &#8220;Black Dusty Radio&#8221; (faça o <a href="http://www.xlr8r.com/mp3/2011/07/black-dusty-radio" title="Faça o download livre de Black Dusty Radio" target="_blank"><b>download</b></a> da faixa liberada pelo artista)</p>

<p>Faixas como &#8220;Crenshaw Bus&#8221; e &#8220;Filth Factor &#8217;98&#8243; exploram o que ele mesmo chama de <b>Ghetto Sci Fi</b>, combinação do Hip Hop com efeitos e timbres espaciais, tema recorrente em sua obra. Mas, nesse álbum, o que mais se destaca é o sentimento <b>urbano</b> de faixas como &#8220;Black Dusty Radio&#8221;, &#8220;Fatcat&#8221; e &#8220;Harlem Negus World&#8221;. É nelas que Ras G coloca os pés no chão e faz jus ao título do LP.</p>
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		<title>Silkie lança segundo volume de City Limits</title>
		<link>http://www.tranquera.org/2011/07/20/silkie-lanca-segundo-volume-de-city-limits/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 11:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segunda parte do álbum lançado em 2009 acaba de sair pelo Deep Medi. Confira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_silkie01.jpg" title="Silkie lança segundo volume de City Limits" alt="Silkie" width="450" height="210"></p>
<p><i>Segunda parte do álbum lançado em 2009 acaba de sair pelo <b>Deep Medi</b>. Confira.</i></p>
<p>por <b>Igor Cordeiro</b>, Colaborador do Tranquera</p>
<p><b>Silkie</b> é um dos produtores mais <b>distintos</b> da atualidade e dono de uma produção facilmente identificável. Mesmo trabalhando quase sempre nos arredores dos 140 BPM, abusa dos baixos, teclados e metais sintéticos do <b>Soul</b> e do <b>Funk</b>, mantendo a pegada e os basslines fortíssimos do <b>Dubstep</b>. Essa mistura incomum o aproxima do <b>Purple Bass</b> vivo, melódico, expressivo e visceral de <b>Joker</b> e <b>Guido</b>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_silkie02.jpg" title="Silkie faz mixes com produções próprias" alt="Silkie at street" width="450" height="210"></p>
<h3>Mixes com produções próprias</h3>
<p>Uma prova da particularidade do seu estilo é que seus <a href="http://www.tranquera.org/2009/05/19/silkie-train-wreck-mix" title="Ouça o Train Wreck Mix de Silkie no RBMA" target="_blank"><b>sets</b></a> são construídos a partir das suas próprias faixas. Essa identidade lhe rendeu a assinatura com o Deep Medi do Mala, selo que lançou a maioria das suas músicas – incluindo seus dois álbuns.</p>
<h3>Variações e boas surpresas</h3>
<p><b>City Limits Volume 2</b> segue sua linha autoral, mas também tem suas variações e boas surpresas. O disco já começa com um ponto alto: o Dubstep viajante <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3NeCb7sSVxA" title="Ouça Feel no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Feel&#8221;</b></a>, confirmando uma das características mais <b>marcantes</b> de Silkie, a <b>melodia</b>, que também é o foco da belíssima <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UXFJMlXx1hY" title="Ouça Lucky no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Lucky&#8221;</b></a>.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_silkie03.jpg" title="Arte do álbum City Limits Volume 2" alt="City Limits Volume 2 artwork" width="450" height="210"></p>
<h3>Diálogo com a nova UK House</h3>
<p>A primeira <b>surpresa</b> vem com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=bal1PoBbkvY" title="Ouça Get Up N Dance no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Get Up N Dance&#8221;</b></a>, uma das faixas mais divertidas que Silkie já produziu, <b>dialogando</b> com as tendências da <b>nova House britânica</b>. Sua animada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=fyqnW9DTWiY" title="Ouça Rock Da Funk no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Rock Da Funk&#8221;</b></a> chega totalmente <b>quebrada</b>, com um banquete de sintetizadores e <b>vocais</b> de divas, representando o lado mais <b>dançante</b> do álbum.</p>
<h3>Skream, Jungle e Electrofunk</h3>
<p>Outros <b>destaques</b> são <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VLRhii13GZQ" title="Ouça a collab de Silkie e Skream no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Untitled&#8221;</b></a>, collab gravíssima com <b>Skream</b>, o Jungle <a href="http://www.youtube.com/watch?v=DAXQ87ZfTio" title="Ouça Selva Nova no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Selva Nova&#8221;</b></a> e o Electrofunk de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=-U3VpjVAdAE" title="Ouça Boogie Boy no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Boogie Boy&#8221;</b></a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OIUbp16QXIQ" title="Ouça Boogie Boy no Youtube" target="_blank"><b>&#8220;Only For You&#8221;</b></a>. Apesar das referências a outros estilos e artistas, tudo conta com a assinatura <b>inconfundível</b> de Silkie.</p>
<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_silkie04.jpg" title="Silkie sabe contar história" alt="Silkie portrait" width="450" height="210"></p>
<h3>Audição irresistível</h3>
<p>A <b>sequência</b> das faixas é um espetáculo à parte. Poucos artistas hoje, em especial na música eletrônica, conseguem contar uma história tão <b>coesa</b> num álbum que ultrapassa <b>60 minutos</b>, o transformando numa audição fluida e <b>irresistível</b>.</p>
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		<title>Benga no Kapsize</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 11:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tranquera</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Artista surge com Dubstep Rave no selo de Joker, que opera sob o olhar de Pinch. Saiba mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tranquera.org/img/450x210_benga.png" title="Benga só quer saber de fazer barulho" alt="Benga" width="450" height="210"></p>
<p><i>Ainda sob os holofotes da <b>música pop</b> no projeto Magnetic Man, <b>Benga</b> surge com duas faixas no <b>Kapsize</b>, selo de Joker que opera sob o olhar estratégico de Pinch.</i></p>
<p>da <b>Redação</b> do Tranquera</p>
<p>Depois de <a href="http://www.tranquera.org/2008/10/24/joker-e-rustie-pelo-kapsize" title="Ouça o som do Rustie" target="_blank"><b>Rustie</b></a>, Ginz e <a href="http://www.tranquera.org/2011/01/21/l-wiz-kapsize-vinyl" title="Confira as produções da dupla L-Wiz" target="_blank"><b>L-Wiz</b></a>, o Kapsize investe no <b>Dubstep Rave</b> de Benga. Uma <b>manobra inesperada</b>, se considerarmos a evolução que o catálogo estava tomando em direção à mistura progressiva e <b>inovadora</b> entre Grime, Street Bass, Purple Bass e Wonky Step com timbres de Hip Hop e Urban Music em geral.</p>
<h3>Synths barulhentos para grandes festivais</h3>
<p><b>Benga</b> &#8220;Faithless&#8221;</p>

<p>Com <b>bumbo pulsante</b>, &#8220;Faithless&#8221; traz <b>synths barulhentos</b> e blocos de <b>loops percussivos</b> que você já ouviu em <b>Diary Of An Afro Warrior</b>, álbum debut do artista pelo Tempa. Funciona? Claro que sim! É som para <b>grandes festivais</b>.</p>
<h3>Hardcore, Trance e Rock para lotar estádios</h3>
<p><b>Benga</b> &#8220;Acid Lie&#8221;</p>

<p>Benga sabe como ninguém o que é a realidade sonora do mainstream. <b>Hardcore</b>, Trance e Rock para lotar estádios: essa parece ser a <b>referência direta</b> em &#8220;Acid Lie&#8221;, um <b>combo musculoso</b> que segue a mesma fórmula da faixa acima.</p>
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